sábado, 25 de janeiro de 2014

Sacrifícios de Crianças - II


Sacrifícios de Crianças - II

É uma realidade e está acontecendo bem debaixo de nossos narizes. 


Sacrifícios Humanos - Satanismos

Sacrifícios Humanos - Satanismos








Criança sequestrada sobrevive após ritual religioso


Criança sequestrada sobrevive 
após ritual religioso

A um tempo atrás postei uma matéria sobre Moloque, pessoas sacrificavam crianças (filhos, parentes, desconhecidos, etc.) nestes rituais, hoje isso ainda continuam acontecendo mas são dados com desaparecidos, este vídeo é de uma reportagem sobre um caso desses.





sábado, 11 de janeiro de 2014

A verdade sobre o Dizimo que poucos conhecem


A verdade sobre o Dizimo que poucos conhecem

Depois de quase dois anos sem postar, estamos de volta, com um tema bem polemico e que muitos não gostam de abordar, devido a falta de entendimento. Crie seu esclarecimento através do estudo da palavra e não o que os outros te forçam a querer entender ou que te empurrem por guéla abaixo. Boa leitura!

Por Dinho
A palavra dizimo encontrado pela Primeira vez na Bíblia em (Gn 14) significa colheita, ou seifa é que foi uma atitude voluntária,  quando depois de uma guerra, Abraão ofereceu a um sacerdote chamado Melquisedeque, Jacó, seu neto, também comprometeu-se voluntariamente a dar dízimos, esse dízimo nunca foi dinheiro e sim cereais, sendo este totalmente diferente do preceito religioso estabelecido na ordem levítica da lei de Moisés que pela sua lei o Dízimo significa a décima parte de algo, paga voluntariamente ou através de taxa ou imposto, para ajudar organizações religiosas judaicas segundo a Lei de Moises (Lv 27, 30, 32) (Malaquias 3:10) (Hb 7:5). Segundo ordem levitica dizimo era dadoexclusivamente aos levitas (1 Cr 15:2) (Hb 7.5), (Hb 7.11) 

Seu início se deu porque dentre as 12 tribos de Israel,  a mais pobre era a tribo de Levi, então as tribos mais prosperas deveriam repartir mantimentos com a tribo menos favorecida justamente porque elas tinham colheitas em abundancia e não necessitavam de tantos mantimentos, guardar tudo para elas mesmas significaria acumular tesouro o que é terminantemente proibido por Deus, a tribo de Levi por sua vez também ofertava a viúvas órfãos e necessitados (Dt 26:12) repartiam com os estrangeiros, já que Israel no passado também já foi estrangeira, significando assim amor ao próximo, lá, benção era chuva para a colheita,  maldição era seca, o devorador eram os gafanhotos, tudo isso definitivamente nada tem a ver a associação do devorador com o demônio nem benção com prosperidade financeira, como ensina o sistema religioso de hoje, em toda a bíblia não existe uma única citação que ampare essa afirmação. Segundo a LEI apenas os LEVITAS poderiam recolher o dizimo.


Os lideres religiosos de hoje que recolhem o dizimo, não são da tribo de Levi, não são Judeus e não fazem parte da Lei de Moisés. Este costume existiu de Abraão, até Levi (Hb 7:9), nessa passagem Paulo explica que, o dizimo termina em Levi e por ser Cristo sacerdote segundo a Ordem de Melquisedec, este ab-rogou (aboliu) o sacerdócio levítico com todas as suas as leis, dízimos e costumes, conforme narra  Paulo na carta endereçada aos Hebreus (Hb 7, 1 - 28). Paulo arremata: "Com efeito, mudado que seja o sacerdócio, é necessário que se mude também a lei"  (Hb 7.12). E ainda: "O mandamento precedente é, na verdade, ab-rogado pela sua fraqueza e inutilidade" (Hb 7, 18). OBS: SACERDOTE SÃO (LÍDERES RELIGIOSOS DA TRIBO DE LEVI)


Quem entende que a o velho testamento e seus preceitos foram abolido por Cristo segundo o Apostolo Paulo (2 Co 3:14), apóia o uso do dizimo, citando a passagem do Novo Testamento onde Jesus critica os Escribas e Fariseus que lembram apenas do dizimo e esqueciam os outros preceitos da lei (Mt 23:23), sabemos que segundo a lei de Móisés do antigo testamento, aqueles dois homens que Jesus criticou, eram obrigados a dar o dizimo, o cominho e hortelã porque eram Judeus e ainda estavam sobre o manto da lei de Moisés e não da graça, que tem seu inicio com a morte de  Jesus “ Esta consumado” naquele momento Cristo adentrou a nova aliança da graça, que estamos hoje, e neste contexto Jesus está dando uma bronca no pessoal que só lembrava do dízimo e esqueciam se dos outros preceitos da Lei, definitivamente ele não está orientando aos Gentios (nós) a praticar o preceito do dízimo. Cristo e seus discípulos jamais orientaram, permanecêssemos no preceito do dizimo, das coisas do dizimo a única  que Jesus preservou é a caridade ajudar o necessitado ou seja ofertar ao próximo. (Is 1:17), (Tg 1:27).


Nos devemos sim atender a viúva o órfão e o necessitado, não é fazer o líder ter esta responsabilidade dando pra ele dar, é você, isso é pessoal é de cada um, é um hábito que devemos ter. Concluímos então que o dizimo não é desse tempo, não e para os Gentios o líder que recebe não é da tribo de Levi. Permanecer no preceito da lei é o mesmo que negar o sacrifício da cruz de Cristo, que segundo a própria lei, seria abolida, na vinda do Salvador Messias. Permanecer no preceito da Lei é o mesmo que negar a Cristo sendo estes o ANTI-CRISTO. O dizimo pode ser colhido e acordo com a palavra do homem, mas não de acordo com a escritura no Novo Testamento, não de acordo com Jesus.

Síntese: Vamos pensar um pouco?


No antigo testamento, Abrão deu dízimo uma só vez, não era toda semana!


No antigo testamento, O OBEDIENTE Jó era um servo fiel de Deus? Jó considerado por muitos um dos mais fieis, nuncadeu dízimo.





“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.” Malaquias 3:10





Se o mandamento do Dízimo fosse para o Brasil, esse mandamento sendo valido ele se cumpriria no Brasil e o Brasil não seria uma nação pobre porque esta escrito derramarei bênçãos sem medidas. Entretanto quem e o rico. pastores ou o povo? Se fosse mandamento para o Brasil o povo não seria tão miserável. O devorador é repreendido então porque você é pobre? No entanto os coletores de Dízimo enriquece e o povo continua pobre, porque? Porque isso não é mandamento para o Brasil e sim para o povo de Israel







A Qual grupo de pessoas, recebiam o sacerdócio para tomar o Dízimo do povo?

“E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos(demais tribos), ainda que tenham saído de Abraão.” Hb 7:5

Segundo a LEI apenas os LEVITAS poderiam recolher o Dízimo, lideres religiosos de hoje que recolhem o Dízimo, não são da tribo de Levi, não são Judeus e não fazem parte da Lei de Moises. Este costume existiu de Abraão, até Levi (Hb 7:9),







"Com efeito, mudado que seja o sacerdócio, é necessário que se mude também a lei"  (Hb 7.12). E ainda: "O mandamento precedente é, na verdade, ab-rogado pela sua fraqueza e inutilidade" (Hb 7, 18).





Com a vinda de Jesus o sacerdócio foi mudado, de sacerdócio levita passou a ser o sacerdócio de Jesus cristo o sumo sacerdote doravante. A lei de cristo é a lei final para humanidade, Você come carne de porco? Faz Barba? come frutos do Mar? Sim? É proibido na Bíblia, então porque o seu líder toma os dízimos? É tudo preceito da lei de moisés, porque ignorar algumas partes e executar outras? O cumpre os 613 preceitos ou cumpre nada! Como Paulo Disse em GÁLATAS.

EXISTE SACERDOTE (LÍDERES RELIGIOSOS)NA TRIBO DE JESUS? 




"Visto ser manifesto que nosso Senhor procedeu de Judá, e concernente a essa tribo nunca Moisés falou de sacerdócio". Hebreus 7:14


JESUS É O SACERDOTE DA TRIBO DE JUDÁ.


"Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Hebreus 4:14


PORQUE NÃO EXISTEM MAIS SACERDOTES HOMENS?



"Porque todo o sumo sacerdote, tomado dentre os homens, é constituído a favor dos homens nas coisas concernentes a Deus, para que ofereça dons e sacrifícios pelos pecados; Hebreus 5:1

No antigo testamento: APENAS SACERDOTES LEVITAS PODEIRAM RECEBER O DÍZIMO, O PASTOR PROTESTANTE É SACERDOTE? É LEVITA?


NEM SACERDOTE!

MUITO MENOS LEVITA!

SE O PASTOR PROTESTANTE RECEBE O DIZIMO ELE SE COLOCA NO LUGAR DO SACERDOTE LEVITA, QUEM NEM EXISTEM MAIS, ELE TOMA UM LUGAR, QUE NÃO É SEU DE DIREITO.ACEITAR O SACERDOTE HOMEM É NEGAR SACERDOTE ESPIRITUAL.


SE O SACERDOTE HOMEM NÃO EXISTE MAIS, O PASTOR PROTESTANTE QUE TOMA SEU LUGAR SEM DIREITO MUITO MENOS.


A PALAVRA ORIGINAL PARA PASTOR, ERA GUIA, E NADA TEM A VER COM O SACERDOTE PROTESTANTE DO TEMPLO RELIGIOSO.




Aviso:



“Por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita." 2 Pedro 2:3


Eles mantém o que convém, o que da lucro, Fica absolutamente evidente o tipo de ministros que são, são ministros do dinheiro, comerciantes, empresários, são mercenários. A teologia deles divide a Lei em lei cerimonial e lei civil, uma traz retorno financeiro e consequentemente prevalece, a outra não traz retorno financeiro e consequentemente foi abolida. Teologia fraca, com pouca base nas escrituras.

domingo, 16 de dezembro de 2012

John Frame – 30 conselhos para seminaristas e teólogos iniciantes

Retirado do maravilhoso blog (http://voltemosaoevangelho.com/blog/2012/09/john-frame-30-conselhos-para-seminaristas-e-teologos-iniciantes-22/#axzz2FGBli3KP)

Copyright © por John Frame, Reformed Theological Seminary. Websiterts.edu
Tradução: Daniel Santos Jr.
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.


Esses conselhos foram publicados em Inglês no livro Falando a verdade em amor: a teologia de John Frame, após uma entrevista que ele deu a P. Andrew Sandlin. A pergunta feita a John Frame foi a seguinte: “Quais conselhos você daria a um seminarista ou teólogo iniciante enquanto eles se preparam para enfrentar seus desafios?”. A resposta foi 30 excelentes conselhos que todo crente deveria escrever nas tábuas do coração, os quais postaremos em duas partes; assim, você poderá meditar em cada ponto por mais tempo.



1. Considere a possibilidade de você não ter sido chamado para ser um teólogo. Tiago 3:1 nos lembra de que nem todos os que estão estudando teologia deveriam procurar ser mestres.
2. Valorize seu relacionamento com Cristo, com sua família e com a igreja mais do que a sua carreira. Você influenciará mais pessoas por meio de sua vida do que pela sua teologia. As deficiências em sua vida acabarão negando a influência de suas ideias, mesmo as ideias que são verdadeiras.
3. Lembre-se de que a tarefa fundamental da teologia é entender a Bíblia, a Palavra de Deus, e aplicá-la para as necessidades das pessoas. As demais coisas, sofisticação exegética, histórica e linguística, conhecimento da cultura e filosofias, tudo isso deve estar subordinado à tarefa fundamental acima. Se não estiver, você acabará sendo aclamado como um grande historiador, linguista, filósofo ou crítico da cultura, mas não como um teólogo.
4. No cumprimento da tarefa acima, você tem a obrigação de saber argumentar. Pode parecer óbvio, mas muitos teólogos hoje perecem não ter a menor ideia de como fazer isso. Teologia é uma disciplina argumentativa e, por isso, você precisa ter um conhecimento suficiente de lógica e persuasão a fim de construir argumentos que sejam válidos, sadios e persuasivos. Na teologia, não basta demonstrar que você tem conhecimento da história, da cultura ou de outras áreas do saber.
5. Não basta citar pessoas que concordam com você e criticar aquelas que discordam do seu ponto de vista. Você precisa saber formular um argumento em defesa daquilo que crê.
6. Aprenda a escrever e falar de maneira clara e convincente. Os melhores teólogos são capazes de tomar um assunto complexo e explicá-lo numa linguagem simples. Nunca tente demonstrar que você é especialista numa área por meio de uma linguagem obscura e opaca.
7. Cultive uma intensa vida devocional e ignore aqueles que o acusarem de uma falsa piedade. Ore sem cessar. Leia a Bíblia, não apenas como um texto acadêmico. Valorize todas as oportunidades de participar de cultos e reuniões de oração no seminário e aos domingos na igreja local. Dê atenção à sua “formação espiritual”.
8. Um teólogo é essencialmente um pregador, exceto que ele se envolve ocasionalmente com assuntos mais “misteriosos” do que o pregador. Seja um bom pregador. Encontre uma maneira de fazer sua teologia falar aos corações das pessoas.  Encontre uma maneira de apresentar sua teologia de tal modo, que as pessoas ouçam a voz de Deus nela.
9. Seja generoso com seus recursos. Gaste tempo conversando com seus alunos e aqueles que pretendem ser alunos. Doe livros e artigos. Não seja “mão fechada” no que tange a materiais com seus direitos autorais. Dê permissão para seu material ser copiado, sempre que for solicitado. Ministério em primeiro lugar, dinheiro em segundo.
10. Ao criticar outros teólogos, denominações ou movimentos, siga a ética bíblica. Não chame uma pessoa de herege precipitadamente. Não acuse pessoas com termos do tipo “outro evangelho” (aqueles que pregam  um outro evangelho estão sob a maldição de Deus).  Não destrua a reputação das pessoas por meio de uma citação equivocada, fora do contexto, ou no pior sentido possível. Seja gentil e generoso a menos que você tenha razões fortíssimas para ser severo.
11. Numa controvérsia, nunca se posicione, precipitadamente, de um lado do debate. Faça um trabalho analítico de ambas as partes. Considere estas possibilidades: a) os dois lados podem estar olhando para o mesmo assunto de perspectivas diferentes, mas não pensando de maneira diferente; b) ambos os labos podem estar despercebidamente desprezando um ponto que poderia fazê-los pensar em harmonia; c) eles estão tendo dificuldade de se comunicar um com o outro porque estão usando termos que têm sentidos múltiplos; d) pode haver uma terceira alternativa melhor do que as duas posições que estão sendo defendidas; e) ambas as opiniões na controvérsia, mesmo que genuínas, devem ser toleradas na igreja, assim como as diferenças entre vegetarianos e não vegetarianos em Romanos 14.
12. Quando você tiver uma grande ideia, não espere que as pessoas a entendam imediatamente. Não tente promover esta nova ideia a ponto de criar uma facção. Não entre em rivalidade com aqueles que por acaso não vierem a apreciar sua maneira de pensar. Dialogue com eles de maneira gentil, reconhecendo que você pode estar errado e não tem a humildade de reconhecer isso.
13. Não seja impulsivamente crítico com qualquer coisa que venha de outras tradições religiosas. Seja humilde para reconhecer que outras denominações podem ter algo a lhe ensinar. Seja “ensinável” antes de começar a ensiná-los. Tire a trava dos seus olhos.
14. Esteja preparado para avaliar criticamente a sua própria tradição. É uma ilusão pensar que uma tradição religiosa tem todas as verdades ou está sempre certa. Não seja um daqueles teólogos conhecidos por tentar fazer arminianos se transformarem em calvinistas (ou vice-versa).
15. Olhe para os documentos confessionais de sua denominação com a perspectiva correta. Eles são, entre outras coisas, o fruto do trabalho de teólogos e devem ser avaliados e reformados, quando necessário, pela Palavra de Deus. Não assuma que tudo o que está nos símbolos de fé da sua tradição religiosa está decidido para sempre.
16.Não deixe que o ciúme do sucesso de um colega determine as polêmicas nas quais você se envolve, ou o lado que você toma em tais polêmicas. Há muitos que são inclinados a ser completamente críticos de igrejas com mais de cinco mil membros.
17. Não se torne conhecido como um teólogo que atira para todos os lados tentando acertar outros teólogos ou cristãos. Nossos inimigos são: satanás, o mundo e a carne.
18. Mantenha-se vigilante com respeito aos seus instintos sexuais. Mantenha distância de qualquer pornografia na internet e relacionamentos ilícitos. Teólogos não são imunes a nenhum dos pecados nos quais outras pessoas caem.
19. Seja um membro ativo na igreja local. Teólogos precisam dos meios da graça no mesmo tanto que os demais membros da igreja. Isto é especialmente verdadeiro quando você estuda em uma universidade secular ou seminário liberal. Você precisa do suporte de outros crentes para manter uma perspectiva teológica apropriada.
20. Faça seu primeiro curso de teologia num seminário que ensine a Bíblia como Palavra de Deus. Procure familiarizar-se com a teologia das Escrituras antes de se expor (se for o caso) a formas de pensamentos não bíblicas.
21. Aprenda a demonstrar apreciação pela sabedoria, até mesmo a sabedoria teológica, daqueles cristãos totalmente leigos. Não seja um daqueles teólogos que tem sempre algo negativo a dizer quando uma pessoa mais simples descreve sua caminhada com o Senhor.
22. Frequentemente, pessoas simples como estas conhecem a Deus melhor do que você, e você precisa aprender deles, à semelhança do que fez Abraão Kuyper.
23. Não seja um daqueles teólogos que se empolga com toda e qualquer novidade em política, cultura, hermenêutica e até mesmo teologia, e pensa que devemos reconstruir toda nossa teologia para se adequar a cada tendência.
24. Tenha sempre um pé atrás com todas as “tendências” em teologia.  Quando você vir todo mundo entrando no mesmo vagão, seja feminismo, liturgia, pós-modernismo, ou qualquer outro “ismo”, este é o momento para você abrir os olhos e usar sua capacidade crítica. Não embarque em qualquer uma destas tendências antes de fazer a sua sondagem.
25. Ao mesmo tempo, não rejeite uma ideia inovadora apenas por ser inovadora. Mais importante ainda, não rejeite uma ideia simplesmente porque ela não soa como aquilo que você está acostumado a ouvir. Aprenda a discernir entre o “som de uma ideia” e aquilo que a ideia realmente diz.
26. Esteja sempre alerta para argumentos que recorrem a metáforas ou termos técnicos extra bíblicos. Não assuma que todos estes termos têm um sentido perfeitamente claro. Geralmente este não é o caso.
27. Aprenda a ser crítico daqueles que são críticos. Estudiosos liberais ou não cristãos estão propensos a errar como qualquer outro – na verdade, são mais propensos.
28. Respeite os mais velhos. Não existe nada mais prejudicial a um teólogo iniciante do que desprezar aqueles que têm atuado no campo por décadas. Discordar é cabível conquanto você reconheça a maturidade e as contribuições daqueles de quem você discorda. Tenha sempre 1Tm 5:1 no coração.
29. Teólogos iniciantes geralmente se veem como o próximo Lutero. Olhe, é muito provável que Deus não o tenha escolhido para ser o líder de uma nova reforma, como nos dias de Lutero. Mesmo se este for o caso, nunca se intitule como “o reformador”; deixe que os outros decidam se isso é realmente o que você é.
30. Decida cedo em sua carreira (após ter experimentado algumas vezes) no que você irá focar e no que não irá focar. Quando você começar a ter que considerar oportunidades, o saber quando dizer não é muito mais importante do que saber quando dizer sim.
Nunca perca seu senso de humor (não apele). Perder o senso de humor é perder o senso de proporção. Nada é mais importante em teologia do que o senso de proporção.




Voltarei a estar postando por estes dias, estive com problemas e conto com as orações dos irmãos.

terça-feira, 17 de abril de 2012

EVANGELISMO URBANO Pr. Jorge Noda.


"Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas" (Mc 16:15).
“Porque embora sendo livre de todos, fiz-me escravo de todos, para ganhar o maior número possível de pessoas. Tornei-me judeu para os judeus, a fim de ganhar os judeus. Para os que estão debaixo da Lei, tornei-me como se estivesse sujeito à Lei (embora eu mesmo não esteja debaixo da Lei), a fim de ganhar os que estão debaixo da Lei. Para os que estão sem lei, tornei-me como sem lei (embora não esteja livre da lei de Deus, e sim sob a lei de Cristo), a fim de ganhar os que não têm lei. Para com os fracos, tornei-me fraco, para ganhar os fracos. Tornei-me tudo para com todos, para de alguma forma salvar alguns. Faço tudo isso por causa do evangelho, para ser co-participante dele.
Vocês não sabem que de todos os que correm no estádio, apenas um ganha o prêmio? Corram de tal modo que alcancem o prêmio. Todos os que competem nos jogos se submetem a um treinamento rigoroso, para obter uma coraa que logo perece; mas nós o fazemos para ganhar uma coroa que dura para sempre. Sendo assim, não como corro com quem esmurra no ar. Mas esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado a outros, eu mesmo não venha a ser reprovado” (1 Co 9:19-27). "Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo", (2 Tm 4:2). "Vocês não dizem: Daqui a quatro meses haverá a colheita? Eu lhe digo: Abram os olhos e vejam os campos! Eles já estão maduros para a colheita." (Jo 4:35). "Ao ver as multidões, teve compaixão delas, porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor. Então lhes disse aos seus discípulos: A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Peçam, pois, ao Senhor da colheita que envie trabalhadores para sua colheita." (Mt 9:36-38).
A partir destas passagens da Palavra de Deus, podemos chegar a diversas conclusões sobre evangelismo. Entre elas:
1.
Evangelismo é uma comissão, não uma opção.
Não temos a opção de não evangelizar. Deixar de seguir a Grande Comissão é desobedecer diretamente as ordens expressas do Senhor Jesus. Podemos pensar em muitas justificativas para nossa omissão, mas nenhuma delas pode ser convincente diante do propósito revelado por Deus para nossas vidas.
2.
Evangelismo abrange todas as pessoas, todas as raças, todas as nações, todas as classes sociais.
Deus não nos chamou para fazer evangelismo a partir de “nichos de mercado”. O plano de Deus é, usando um termo contemporâneo, holístico. Envolve tudo, envolve todos. Isto, com certeza, inlclui os marginalizados, criminalizados e destituídos ao nosso redor.
3.
Evangelismo envolve identificação com as pessoas em sua situação existencial. Jesus olho as multidões e sentiu compaixão delas. O Senhor se identificava profundamente com a situação dos perdidos. Ele andou entre nós, comeu a nossa comida, vestiu as nossas roupas, comeu a nossa poeira, sentiu as nossas dores, participou das nossas alegrias, compreendeu o nosso mundo. Nada pode substituir o interesse autêntico e sincero pelos outros, e um desejo de falar sua linguagem, para comunicar a mensagem do evangelho. Evangelismo é uma construção de pontes.
4.
Evangelismo implica em compromisso radical.
Evangelismo não é passatempo, nem deve servir de desencargo de consciência. Há renúncias a serem feitas, a prioridades a serem realinhadas, há tempo a ser investido. O exemplo do apóstolo Paulo é contundente e constrangedor, quando pensamos em nosso estilo de vida materialista: “Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol da vossa alma.” (2 Co 12:15, RA).
5.
Evangelismo deve ser um estilo de vida.
Cultos evangelísticos, avanços evangelísticos, saídas evangelísticas têm o seu lugar no propósito de Deus. Mas isto não deve nos fazer pensar que somente em situações programadas podemos evangelizar. A história da igreja primitiva é uma história de cristãos que fizeram do evangelismo um estilo de vida: no mercado, na escola, no lazer, no lar.
6.
Evangelismo é movido pela paixão pela glória de Deus. O fim de todas as coisas é a glória de Deus. Deus está reunindo um povo para si que não adora a ídolos, mas a ele como Deus único e verdadeiro através da fé em Jesus como Senhor e Salvador.
7.
Evangelismo é movido pela compaixão pelos perdidos. Quando pensamos na dor e angústica daqueles que não conhecem a Cristo, só podemos ser movidos da compaixão. Algumas dessas pessoas nem mesmo estão cientes de sua condição diante de Deus e da possibilidade de passarem um eternidade em tormentos.
8.
Evangelismo é movido por oração e por ação.
Se existe um padrão no evangelismo de Jesus e dos apóstolos era a oração. Sem a dependência da graça de Deus nossos esforços são meras ações humanas. Com a graça de Deus, o evangelismo se torna um poderoso instrumento de Deus para a transformação de vidas.
"Você não sente o desejo de que outros sejam salvos? Então você mesmo não é salvo. Tenha certeza disso.”(Charles Spurgeon).
Quais são os objetivos do evangelismo?
1. Glorificar a Deus 2. Levar a pessoa a perceber sua condição de perdido diante de Deus. 3. Guiá-la na compreensão do plano de salvação. 4. Motivá-la a desejar intensamente a salvação.
5. Conduzi-la a receber Jesus seu Senhor e Salvador.
O que fazer? Prepare-se
Precisamos lembrar que salvação é uma obra de Deus. É Deus quem abre os olhos dos cegos É Deus quem nos dá sabedoria É Deus quem nos mostra as pessoas É Deus quem transforma É Deus quem usa o evangelho
Isto nos dá profundo ânimo e encorajamento na evangelização.
Medite em sua própria experiência de salvação.
Você tem certeza em seu coração de que já passou pela experiência do novo nascimento? Não podemos oferecer aos outros o que não temos. Deus pode, soberanamente, mesmo pessoa incrédulas para conduzir outras a fé, mas, de forma geral ele usa aqueles que já conhecem a Cristo de forma pessoal.
Certifique-se de que você está bem espiritualmente.
Mesmo quando não temos dúvidas em relação à nossa experiência de salvação, podemos estar passando por momentos de lutas existenciais, problemas financeiros, dificuldades familiares, ou até mesmo lutando contra pecados como a mágoa ou a impureza. Alguns desses problemas não são impedimentos para testemunharmos de Cristo, mas, muitas vezes, eles nos levam à frieza espiritual, falta do desejo de orar e meditar na palavra de Deus. O evangelismo pessoal envolve uma verdadeira guerra espiritual. Estamos nos colocando à diposição de Deus para tirar as pessoas das mãos do diabo. Ele resiste intensamente contra qualquer iniciativa evangelística e, se não estivermos espiritualmente preparados, poderemos ser alvos fáceis de suas armadilhas. O cultivo de nossa vida espiritual é essencial para o evangelismo.
Reflita sobre a condição dos perdidos.
Jesus olhou para a multidão e sentiu compaixão delas. Não devemos ver o evangelismo como mero desencargo de consciência, mas como uma preciosa oportunidade de demonstrar o amor de Deus por pessoas que estão longe dele, aprisionadas espiritualmente, e sem qualquer esperança no coração. Como nos tempos de Jesus, as pessoas estão aflitas e desampardas, como ovelhas que não têm pastor. Elas estão expostas a todo o tipo de violência e perigo. Muitas delas, não estarão vivas por muito tempo, seja por causa de uma overdose, ou doença, ou assassinato.
Conheça o evangelho com profundidade. Que a mensagem de salvação seja, por assim dizer, sua segunda natureza. Estude os grandes temas do evangelho: O amor e a santidade de Deus, o pecado e a culpa humana, a divindade e humanidade de Cristo, a obra redentora de Cristo, a obra do Espírito Santo, a fé salvadora, o Senhorio de Cristo, a Grande Comissão.

Não tenha medo de compartilhar sua fé. Por que temos medo? Por que não nos sentimos preparados. Por que pensamos que salvação é uma obra nossa. Por que temos medo da rejeição.
O Senhor prometeu estar conosco. Devemos sim esperar indiferença, escárnio e até hostilidade, mas nisso não seremos diferentes do Senhor e dos apóstolos. Além disso, Deus deixará que sua palavra volte vazia. Apesar de muitos que rejeitam, há um incontável número de pessoas que não somente desejam ouvir o evangelho, mas já foram preparadas pelo Espírito Santo para receber a Cristo em suas vidas. Ore
Como já vimos, evangelismo é guerra espiritual. Portanto, devemos nos fortalecer no Senhor e na força do seu poder, nos revestindo de toda a armadura espiritual (Ef 6:10-20), especialmente da oração.
Ore para que Deus conduza você às pessoas que ele mesmo tem preparado para ouvir o evangelho. Deus marca encontros especiais. Precisamos de sensibilidade espiritual para seguir a direção do Espírito Santo.
Ore para que Deus lhe dê sabedoria e sensibilidade no trato com as pessoas. Neste caso, também é verdadeiro o provérbio: “A primeira impressão é a que fica.” Se nos mostramos distantes ou temerosos, aqueles estamos tentando alcançar vão perceber rapidamente que não estamos ali por amor.
Ore para que Deus conduza suas palavras. Não podemos pensar que o evangelismo é uma fórmula mágica. "Orem também por mim, para que, quando eu falar, seja-me dada a mensagem a fim de que, destemidamente torne conhecido o mistério do evangelho, pelo qual sou embaixador preso em correntes" (Ef 6:19,20).
Ore para que Deus esteja tocando o coração da pessoa e lhe dando iluminação espiritual.
Ore por seus companheiros de evangelismo para que eles também recebem a graça de Deus e sejam guardados.
Compartilhe o evangelho.
"Contudo, quando prego o evangelho, não posso me orgulhar, pois me é imposta a necessidade de pregar. Ai de mim se não pregar o evangelho!" (1 Co 9:17). Lembre-se de alguns princípios fundamentais: 1. Não se deixe intimidar. De forma geral, as pessoas com quem você vai compartilhar sobre o evangelho pouco sabem sobre a Bíblia ou outras questões mais profundas. 2. NUNCA discuta! Você pode ganhar um argumento e perder a oportunidade de compartilhar o evangelho. Não se detenha em questões de religião ou diferenças denominacionais. Se alguém criticar os evangélicos, reconheça que realmente há problemas, mas ao mesmo tempo há pessoas sinceras, que seguem a Jesus de coração. 3. Não cultive uma atitude de "sabe-tudo". Demonstre humildade, sinceridade e genuíno interesse pela pessoa. Você pode se surpreender com a inteligência e percepção das pessoas! 4. Seja sensível. A pessoa pode estar passando por um período difícil em sua vida. Iniciando uma conversa.
1. Contato inicial – quebra gelo.
Coloque-se no lugar daquele que você deseja evangelizar. Não é estranho quando um desconhecido se aproxima de nós? Tendemos a ficar desconfiados e na defensiva. Crie pontes. Apresente-se. Pergunte o nome da pessoa. Converse com ela de forma sincera e autêntica. Seja acessível. Trate de assuntos gerais e observe se a pessoa deseja continuar a conversa. Se houver abertura, procure conhecê-la um pouco mais, perguntando sobre sua vida, sua situação, suas lutas, sua vida espiritual.
2. Testemunho pessoal
Peça permissão para falar um pouco sobre o seu testemunho pessoal de encontro com Cristo. Procure criar pontes entre a situação daquela pessoa e a sua própria experiência. Fale sobre seus medos, suas lutas interiores e com Cristo transformou sua vida.
3. Perguntas Diagnósticas
As perguntas diagnósticas, como a própria expressão indica, têm como objetivo saber qual é a situação espiritual da pessoa com quem conversamos, qual é o seu entendimento básico sobre vida eterna e salvação. A partir das respostas, você terá mais segurança sobre o caminho a seguir. A princípio, as perguntas diagnósticas podem ser meio artificiais, mas você verá como elas são importantes. Você não precisa formulá-las sempre da mesma forma.
Primeira pergunta:
A primeira pergunta é: “José (Maria, Pedro, etc.), você já chegou a um ponto em sua vida espiritual que poderia dizer com certeza que, se morresse hoje, iria para o céu?
Provavelmente a resposta será não. De forma geral, por causa do Catolicismo, as pessoas são ensinadas que ninguém pode ter a certeza da salvação. Isto pressupõe a idéia de que a salvação vem pelos méritos ou obras. Talvez ela responda sim, por seu cristã, ou porque tem uma visão superficial sobre salvação, como a idéia de que Deus é bom e leva todos para o céu.
Agradeça pela resposta e diga: Você sabia que podemos ter essa certeza?
Leia 1 Jo 5:13: “Escrevi estas coisas ... para que vocês saibam que têm a vida eterna”.
Diga: Então é possível ter a certeza da vida eterna, não é?
Segunda Pergunta:
Peça permissão para fazer a segunda pergunta: “Se você morresse hoje e Deus lhe perguntasse: 'Por que devo deixar você entrar no céu?', o que você lhe responderia.
Neste ponto, muitos ficam confusos e inseguros, dizendo: “Não sei...”.
Reformule pergunta: “Quais são os requisitos para alguém ter a vida eterna , (ou entrar no céu)?
No geral, a resposta será: Minhas obras. Procuro obedecer a Deus. O esforço da gente.
Alguns vão dizer: Sei que não mereço entrar no céu.
Neste momento, diga: Pois eu tenho boas notícias para você!Você pode ter a certeza de salvação. Posso compartilhar como cheguei a ter esta certeza?
Apresentação do Evangelho
Primeira afirmação:
O céu não é conquista por obras ou religião. Deus nos oferece este presente de graça. Não são boas notícias?
Leia: “Pois você salvos pela graça, por meio da fé, isto não de vocês, é dom de Deus; não por obras para que ninguém se glorie” (Ef 2:8).
Segunda afirmação:
Não podemos nos salvar por nós mesmo porque somos pecadores.
“Não há justo, nem seque um. Todos pecaram.
Pergunte: O que é pecado para você?
Aguarde a resposta. De forma geral vão dizer que pecado é roubar, matar, etc.
Responda: Pecado é tudo aquilo que desagrada a Deus. Deus leva a sério não somente nossas ações, mas nossas omissões, pensamentos maus, motivações erradas, intensões maliciosas.
Pergunte: Pensando nisso, quantas vezes pecamos por dia? Duas ou três vezes. Na verdade muito mais que isso. Mas vamos supor que fosse somente três. No final do mês seriam noventa. No final do ano, mil.
O pecado é algo sério. “O salário do pecado é a morte” (Rm 6:23).
Terceira afirmação:
Compreendemos melhor essa realidade, quando pensamos em quem é Deus.
Pergunte: Quem é Deus, para você?
Deus é o Criador de tudo, tem todo poder e conhecimento.
A Bíblia diz que “Deus é amor” (1 Jo 4:8) e, portanto, deseja o nosso bem, não é mesmo? Ele deseja nos salvar.
Ao mesmo tempo, Deus é justo. Por isso, ele precisa punir o culpado.
“Deus não inocenta o culpado” (Ex 34:7).
Se Deus é justo, qual será a nossa condição quando comparecermos diante dele?
Quarta afirmação:
Para nos salvar, ele mandou o seu próprio Filho para pagar o preço por nossos pecados.
"Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3:16).
Jesus, na cruz, recebeu a punição em nosso lugar. Ele pagou o preço da dívida que não podíamos pagar.
Quinta afirmação:
Recebemos o presente da vida eterna pela fé. A fé é a chave que abre a porta da salvação.
Muitos crêem em Cristo como um personagem histórico ou até como um grande mestre, mas isso não é a fé que salva.
Muitos crêem em Cristo como aquele que resolve nossos problemas pessoais, mas isso não é a fé que salva.
A fé que salva é uma completa confiança em Cristo, como nosso único Salvador. Significa reconhecer com confiança que ele morreu por nós, ressuscitou e está viva. Significa recebê-lo em nossa vida com plena segurança. Estes sinais “foram escritos para que vocês creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus e, crendo, tenham vida em sua nome” (Jo 20:31).
Convite para Decisão:
Depois de ter compartilhado o evangelho, pergunte para a pessoa:
Isto faz sentido para você?
Se ela responder sim, pergunte:
Você gostaria agora de receber a Jesus como seu Senhor e Salvador?
Se ele responder positivamente, peça para fazer uma oração por ela. Nessa oração, suplique a Deus que ele confirme a salvação na vida daquela pessoa.
Depois da oração, diga: Deixe-me explicar o que significa esta decisão:
1. Significa que você está sinceramente arrependido (a) dos seus pecados e deseja o perdão de Deus.
2. Significa que você crê somente em Cristo para a sua salvação, e não em obras ou religiosidade.
3. Significa que você se submete a Cristo com Senhor da sua vida, está pronto a abandonar tudo aquilo que desagrada a Deus, e deseja dedicar-se a ele.
Pergunta: Você realmente deseja receber a Cristo em sua vida, como seu Senhor e Salvador?
Se ele ou ela responder afirmativamente, ore com ela esta oração:
Deus, reconheço que sou pecador e me arrependo sinceramente dos meus pecados. Eu creio que Cristo morreu por mim para pagar a minha dívida. Eu creio que ele ressuscitou, está vivo e está pronto a me salvar. Neste momento eu entrego a minha vida a Ele. Eu o recebo na minha vida, como meu Senhor e Salvador. Obrigado. Amém.
Acompanhamento Imediato:
Diga para a pessoa que você está muito feliz com sua decisão.
Reafirme o amor de Cristo por ela e a incentive a permanecer firme na fé.
Convide para vir à igreja ou a um grupo de conexão.
Oriente-a nos primeiros passos:
1. Diga para ela ler a Bíblia, começando pelo evangelho de João.
2. Fale sobre a importância da oração, que nada mais é do que conversar com Deus.
3. Fale sobre a necessidade dele ou dela estar perto de outros que crêem para se ajudarem mutuamente.
4. Convide a pessoa para o culto.
Caso não haja uma decisão positiva:
Seja amigável e receptivo.
Deixe a porta aberta.
Deixe nas mãos da pessoa um folheto evangelístico.
Conclusão:
Este é um breve esboço de evangelismo pessoal. Não devemos vê-lo como uma fórmula matemática, mas como um guia de princípios em nossos diálogos com as pessoas. Podem surgir as mais diversas situações, mas é sempre importante continuar em espírito de oração, confiando na soberania de Deus. Que você se sinta incentivado a ganhar vidas para Jesus, pois, antes do céu, não há maior alegria para um cristão do que presenciar a transformação de vidas!

RETIRADO DE : http://www.cidadeviva.org/anjosdanoite/wp-content/uploads/2010/12/evangelismo_urbano-pr-jorge-noda.pdf

sábado, 14 de abril de 2012

Pastor Yousef Nadarkhani completa 35 anos hoje, ore por ele

"Bem-aventurados serão vocês quando, por minha causa, os insultarem, os perseguirem e levantarem todo tipo de calunia contra vocês. Alegrem-se e regozijem-se, porque grande é a sua recompensa nos céus, pois da mesma forma perseguiram os profetas que viveram antes de vocês". Mateus 5.11-12 O dia 12 de abril é uma data muito importante na vida de um irmão muito especial. Hoje o pastor iraniano Yousef Nadarkhani completa 35 anos de idade. Essa seria uma data feliz e “comum” na vida desse querido irmão, se ele não tivesse que comemorar seu aniversário na prisão.
Após passar por prisões em 2006 e 2009, o pastor Yousef foi preso em junho de 2010 sob a acusação de apostasia, liderar igrejas domésticas e proselitismo a muçulmanos. Em setembro do mesmo ano foi condenado por um tribunal regional à morte por enforcamento. O caso de Nadarkhani veio à tona em vários veículos de comunicação cristãos e seculares e autoridades de diversas nações se mobilizaram com o caso do pastor. Por causa da pressão internacional, a sentença de morte não foi colocada em prática.
A prisão e condenação do pastor Yousef  Nadarkhani é uma clara demonstração de intolerância religiosa e de desrespeitos aos direitos humanos no Irã. Yousef não cometeu nenhum crime, apenas ama a Jesus e sua grande comissão, e está pagando um alto preço por isso.
O que você gostaria de ganhar no dia do seu aniversário? O que você no lugar do pastor Yousef gostaria de receber de presente em um dos dias mais felizes do ano? Estando na prisão por causa da fé, certamente o maior dos presentes que ele gostaria de receber é um forte abraço e palavras de encorajamento dos cristãos brasileiros.
Você talvez não possa ir ao Irã visitá-lo, mas pode abençoar a vida do Pastor Yousef com suas orações e palavras!
Escreva
A organização internacional Christian Solidarity Worlwide está organizando uma campanha de cartas (em inglês) para o pastor Yousef, clique aqui e saiba como participar.
Você pode participar da campanha escrevendo versículos em inglês. Para ver versículos em inglês, clique aqui.
Ore
• Peça a Deus que faça justiça no caso do pastor Yousef Nadarkhani e que sua sentença seja revogada.
• Ore para que a alegria do Senhor seja a força dele no dia do seu aniversário na prisão.
• Ore para que ele não ceda à pressão do governo e lideranças religiosas para retornar ao Islã.
• Interceda por sua mulher e filhos que certamente estão sofrendo com essa situação. Peça a Deus que os proteja e conforte.
• Louve a Deus pela convicção e amor do pastor Yousef em continuar servindo a Deus mesmo na prisão.

http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/04/1502269/

sábado, 7 de abril de 2012

                                        
                                         MÓRMONS - I

Texto Bíblico : Efésios 4:14 - II Pedro 3:17
Alvos do Estudo
O objetivo deste capítulo é demonstrar as raízes
históricas do Mormonismo.
Breve Introdução

Os Mórmons - também conhecidos como "Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias" está presente em diversos países do mundo, inclusive há vários anos no Brasil.
É razoavelmente comum notar a presença de ''missionários'' mórmons as ruas, procurando semear ensinamentos baseados na suposta ''revelação'' que seu fundador, Joseph Smith , recebeu de um anjo chamado pelos mórmons de Moroni.
Como surgiu o Mormonismo? Quem foi seu fundador? O que ensinam? Veremos também as concepções teológicas dos mórmons á luz da Bíblia. Outros temas importantes, como estes serão abordados nesta lição.
Entretanto, querido leitor, devemos lembrá-lo que nossa abordagem é reduzida, ou seja, é uma consideração básica do assunto, cabendo reconhecer que encontrar-se-á amplo material em publicações de apologética cristã ( A ).
Conheceremos também, no final da lição n°6, como um cristão poderá utilizar a Bíblia para expor a um mórmom os equívocos do mormonismo.
Bom estudo !

___________
( A ) - Vide sugestão de material documento no final desta lição
O Fundador do Mormonismo
Joseph Smith foi fundador do Mormonismo. Smith nasceu em 23 de dezembro de1805 no condado de Windsor, Vermont, nos Estados Unidos.
Segundo os mórmons Joseph Smith ainda moço recebeu sua primeira " visão espiritual " onde o pai e o Filho lhe aparecem e lhe denunciariam a falsidade de todas as igrejas, com as seguintes palavras: " Eles se chegam a mim com os seus lábios, mas seus corações estão longe de mim, eles ensinam mandamentos de homens como doutrina, tendo aparência de santidade, mas negando o meu poder. " ( 1 )
Smith, que já havia conhecido diversas igrejas e se decepcionado, afirmou ter recebido a aparição do '' anjo '' Moroni que lhe assegurou ter vivido naquela região onde Smith residia, há cerca de 1400 anos. Conforme o testemunho de Smith o pai de Moroni, chamado Mórmon, profeta, havia gravado a história de seu povo em placas de ouro e as enterrado nas redondezas por ocasião de uma ferrenha perseguição que sofrera. Moroni lhe mostrou onde tais placas estavam enterradas e emprestou a Smith umas lentes ( pedras preciosas ) com as quais ele decifraria e traduziria o que nas placas estava escrito.
Joseph Smith traduziu os escritos das supostas placas de ouro e publicou o '' conteúdo '' em 1829 com o título de O Livro de Mórmon, que é a base para as crenças do mormonismo.
A Fundação da Igreja Mórmon
Joseph Smith fundou a '' Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ''. Tendo como base doutrinária o Livro de Mórmon e o princípio dogmático de '' que esta era a única igreja verdadeira e que fora dela não havia outro meio de salvação para o homem. " ( 2 )
O conjunto de doutrinas mórmons desenvolveu-se ao longo do tempo fundamentada nas várias '' revelações '' recebidas por seu fundador.
Hoje a '' Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias '' está espalhada por vários países do mundo e realiza um contínuo trabalho de visitação '' missionária. ''

_________
( 1 ) - O Testemunho do Profeta Joseph Smith, pág.4, citado em Seitas e Heresias de Raimundo Ferreira de Oliveira na pág.102.
( 2 ) - Oliveira, Raimundo Ferreira de, Seitas e Heresias, pág.102.
A Morte de Joseph Smith
Joseph Smith teve uma morte violenta. Estabelecido na cidade de Illinóis, onde ergueu a colônia de Nauvoo, foi acusado de grosseira imoralidade e falsificação. Preso, foi morto a tiros junto com seu irmão Hyrum pela multidão que invadiu a cadeia.
As Divisões da Igreja Mórmon
Morrendo Joseph Smith a '' Igreja '' por ele fundada se dividiu. Um grupo seguiu Brigham Young que era fiel discípulo do '' profeta '' Smith. Este grupo se estabeleceu na Estado de Utah no ano de 1847 onde hoje é a cidade de Salt Lake City. Neste lugar foi fundada a sede da '' Igreja. ''
O outro grupo seguiu a liderança de um filho de Joseph Smith, que estabelecendo-se no Estado do Missouri. Reorganizaram a '' Igreja '' que firmou sua sede em Independence, Missouri. Este grupo denominou-se '' Igreja Reorganizada de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ''. É porém, menor do que a '' Igreja '' de Utah. Houve várias facções mormônicas após a morte de Joseph Smith, mas as maiores são as que foram mencionadas acima.
O ''Profeta''
Para os mórmons Joseph Smith é considerado como profeta. Sua obra e seus escritos tem para um mórmon convicto, peso igual aos dos profetas bíblicos. Suas palavras estão na conta de palavras '' inspiradas '', o que faz com que a Bíblia Sagrada ocupe lugar inferior na Igreja dos Mórmons. Isto é, as Escrituras não é a única revelação da parte de Deus aos homens. O Livro de Mórmon é também Palavra de Deus, que de acordo com os mórmons deve ser crido como Divinamente inspirado.
O Livro de Mórmon.
Como vimos anteriormente o Livro de Mórmon é a principal publicação da '' Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ''.
Publicado pela primeira vez em 1829 nos E.U.A , no Brasil, em português chegou em 1938, e até 1975 seis edições já haviam sido produzidas.
O Livro de Mórmon segue uma divisão em capítulos e versículos, semelhante à Bíblia, e que formam 15 livros. ( 3 )
__________
( 3 ) - Páginas iniciais de um exemplar do Livro de Mórmon

Nome do Livro Capítulos Versículos
1. Livro de Nefi 22 618
2. Livro de Nefi 33 779
Livro de Jacó 07 203
Livro de Ênos 01 027
Livro de Jarom 01 015
Livro de Omni 01 030
As Palavras de Mórmon 01 018
Livro de Mosiah 29 786
Livro de Alma 63 1943
Livro de Helemã 16 497
3. Livro de Nefi 30 765
4. Livro de Nefi 01 049
Livro de Mórmon 09 227
Livro de Éter 15 433
Livro de Moroni 10 167
O Livro de Mórmon completo soma 239 capítulos e 6533 versículos.
Há capítulos inteiros da Bíblia no Livro de Mórmon. '' Por exemplo; 1. Nefi 20 é igual a Isaías 48; 2. Nefi 12 e 24, são iguais a Mateus 5 e 7: Moroni 10.7-20 é igual a I Coríntios 12. " ( 4 )

O Livro de Mórmon condena a Bíblia
Já vimos que o mormonismo considera o Livro de Mórmon superior às Escrituras Sagradas. Mas não é só isto, o que já seria absurdo. O Livro de Mórmon condena a Bíblia. Em 1. Nefi 13:28-29 e 2. Nefi 29:3-6 é dito que a Bíblia é um livro mutilado e cheio de erros, que Satanás usa para escravizar os homens.
Ora, sendo a Bíblia Sagrada infalível Palavra de Deus ( II Timóteo 3:16 ) longe está de ser condenada por alguém que supostamente recebeu revelações de anjos, o que, aliás, é o condenável conforme ensinou Paulo veementemente em Gálatas 1:8.
___________
( 4 ) - Oliveira, Raimundo Ferreira de, Seitas e Heresias, pág.105
O Livro de Mórmon é obra de homem não de Deus
Há inúmeras provas de que o Livro de Mórmon evidentemente é obra de homem. Vejamos algumas análises citadas em Seitas e Heresias de Raimundo F. de Oliveira, editora CPAD, pág.106.
1.Estudiosos sobre o mormonismo opinam que o conteúdo do Livro de Mórmon foi extraído de história fictícia dos primeiros habitantes da América, escrita por Salomão Spaulding, que aliás, foi um pastor presbiteriano .
2.As descobertas arqueológicas e estudos históricos negam as descrições que o Livro de Mórmon faz de costumes, nomes, caráter e línguas dos habitantes da região citada no Livro.
3. Há cerca de 10.000 citações diretas da Bíblia na versão inglesa do Rei Tiago ( King James ) que foi publicada pela primeira vez em 1611. De modo que, é absolutamente insustentável a afirmação mórmon quando diz que o Livro de Mórmon é a tradução de placas de ouro que estiveram enterradas desde o ano 420 até 1823. Se elas estavam enterradas, logo ninguém sabia o que nela estava escrito, como em 1611 uma versão inglesa da Bíblia, conhecida mundialmente, e que consta ( cerca de 10.000 citações ) nas placas de ouro de Smith ? Fica evidente a cópia. Desqualificado por completo a alegação mórmon.
O Livro de Mórmon definitivamente não pode ser Palavra de Deus pois seu conteúdo é claramente contradizente às Escrituras Sagradas, Veremos mais adiante nas próximas lições.
Conclusão
Nesta lição se observou muito brevemente alguns pontos sobre o mormonismo. Nesta conclusão devemos destacar ainda alguns itens de importância capital.
1. O Mormonismo possui semelhanças com o Cristianismo autêntico quanto a algumas questões morais e de costume. O que faz com que muitos pensem que os mórmons são evangélicos. Há pessoas que passam a freqüentar reuniões mórmons achando que se trata de uma igreja evangélica. Mas uma análise apurada das doutrinas de Mórmon, prova-se facilmente que se trata das '' doutrinas '' que se encaixam na categoria de ensinos que o apóstolo Paulo mandou rejeitar firmemente ( Efésios 4: 14 ; II Timóteo 4:1 - 6:3 ; Hebreus 13:9 ).
2. A Literatura mórmon, tanto a doutrinária quanto a didática, usa textos bíblicos, o que faz com que pessoas desavisadas acabem concluindo, que por constar trechos bíblicos, se trata de uma doutrina verdadeiramente cristã. Ora, sabemos que muitas seitas tiveram origem na interpretação errônea da Bíblia. Não é porque há textos Bíblicos em certos livros, que fazem destes livros publicações bíblicas e dignas de crédito.
3. A igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é bem organizada.
Organização que pode fazer crer que se trata de uma instituição que Deus está abençoando. Pode parecer de fato, incrível, mas sempre há alguém ou alguns que concluem que havendo organização eficiente e crescimento numérico é algo Divino.
Bibliografia Consultada
Oliveira, Raimundo Ferreira de, Seitas e Heresias, RJ, 1987, CPAD.

Autores:
pr. Isac de Souza

pra. Vanda Nicolau

Leonice Lima