sexta-feira, 8 de outubro de 2010



Teologia da prosperidade! Uma faca de dois gumes.

Quando a teologia da prosperidade surgiu , ela basicamente pregava sobre salvação , cura e libertação .

Talvez o mais controverso dessas três palavras seria a pregação sobre cura , pois muitos diziam que Deus quer curar a todos e que não é da vontade dele que nós fiquemos doentes .Daí a idéia que não éramos para orar ," SEJA FEITA A SUA VONTADE" E do texto bíblico que diz: " Se pedirmos alguma coisa , segundo a sua vontade , sabemos que nos ouve."
Pois entediasse que a vírgula nos faz interpretar que quando se pede alguma coisa, segundo a vontade de Deus, é certo que assim se sucederá .

Aliado a idéia de que ele quer curar a todos , juntou a fome com a vontade de comer.

Acredito que a interpretação está correta e que de fato não há como crer que Deus queira que seus filhos fiquem doentes . Se nós que somos maus, não suportamos ver os nossos filhos enfermos, quanto mais Deus que é amor.
Porém entendo que até a doença Deus usa para os seus propósitos. Como nós, a maioria, não conseguimos viver uma vida santa, e com boa alimentação e exercícios físicos, é mister que mesmo que queira , não "pode " nos curar.
No entanto, juntou-se a teologia da prosperidade , pouco a pouco , a idéia da prosperidade financeira , que também é bíblia , nos libertando da teologia do fracasso , da pobreza, ruína e miséria ,que era resquício da igreja católica .
Essa teologia nos amarrava e o reino de Deus não crescia.

Satanás como sempre usa verdades para consolidar a mentira . Usou essas duas verdades, para seu proveito próprio e contaminou o evangelho.
Começou-se a se pregar, não mais uma teologia da prosperidade, mas uma teologia da riqueza, da exploração dos fiéis , e de não usar a prova e tribulações para crescer espiritualmente.
Com isso , mudou-se o foco :
Não mais se fala em inferno ; não mais se fala em salvação em Cristo Jesus
;

Não mais se fala em juízo final; Pouco se fala na volta de Jesus Cristo;Não mais se fala em ajudar o órfão e necessitado.
Tudo parece que se resumiu em apenas conquistar , ganhar ,ganhar ganhar e ganhar.
Um pedaço do bolo , não é o bolo inteiro.



Se faz necessário que voltemos a sã doutrina.

Como disse Jesus: " importa , fazer essas coisas , e não deixar as outras"


Retirado: http://www.lideranca.org/cgi-bin/index.cgi?action=forum&board=teologia&op=display&num=3757

quinta-feira, 7 de outubro de 2010



Pastores corruptos e seus amigos idólatras

Idolatria. Um pecado que por muito tempo tem sido a grande barreira que separa os santos dos profanos, os filhos da Luz dos filhos das Trevas. Um costume de homens, abominável aos olhos de Deus. Pois bem! Agora, meus queridos irmãos, esse pecado não é mais pecado, pelo menos segundo o evangelho da conveniência, anunciado por alguns pastores em Maracanaú. Vocês me perguntam: “Pastores?” E eu lhes respondo: “Sim, pastores!” Só que escrito assim: Pa$tore$. Antes que alguém venha me chamar precipitadamente de inimigos de Deus, quero esclarecer aos irmãos evangélicos que não desejo aqui desclassificar o ofício sacerdotal. Não! Desejo, nesse editorial, tentar chamar a atenção de vocês para um problema que está se manifestando nesses últimos dias entre os servos do Senhor Jesus Cristo: a conivência e a omissão para com o pecado. Para que os meus queridos irmãos possam entender melhor do que se trata essa meu editorial, peço que, a partir de agora, vocês passem a se utilizar do senso crítico, a fim de formar a sua opinião quanto ao assunto em questão.


Maracanaú, que é o município cearense com o maior número percentual de evangélicos (cerca de 40%), passou a ser agora o município da “idolatria governamental”. O senhor Roberto Pessoa, que é o atual prefeito da cidade, parece não saber mais da sua própria identidade. Agora Roberto está dando uma de vigário, anunciando da fé católica para converter os que dela saíram outrora. Pois agora ele está erguendo ídolos em cada praça da grande cidade, a fim de com eles impor ao povo santo do Senhor um tipo de adoração a deuses de pedra. Mas esse tipo de imposição que vem ocorrendo em Maracanaú não é aquela imposta aos hebreus pelo rei babilônico Nabucodonosor, na época do profeta Daniel, na qual se tinha a fornalha como castigo para quem não a cumprisse. Não! Esse novo rei, que surgiu entre nós, não ameaça ou persegue os fariseus do Templo, ao contrário, a esses, os bajula e lhes compra a devoção com dinheiro e participação em seu reino escuso.Porém, contra os que servem a Deus em espírito e em verdade, ele conspira e com os fariseus se une para matar os poucos Estevãos que ainda restam na igreja – não digo com pedras, mas com calúnias, como é de costume entre os mestres das sinagogas de Satanás. Mestres que fazem jus ao título. Pois censurar os justos para absolver os ímpios – digo ímpios com poder aquisitivo – é um dos muitos atributos desses profetas de vestes pretas que, no púlpito, pregam contra o inimigo das almas, mas, quando nos bastidores, se unem com ele (o Diabo) para negociar essas almas. Porque esses são os que buscam um outro cristo: um que era, que já não é, mas que há de vir.A esse novo messias seguirão e com ele celebrarão um acordo de colaboração durante 7 anos.


Por isso, meus irmãos em Cristo Jesus, desconfiem… desconfiem dos líderes evangélicos que levam para dentro do templo um amigo idólatra, amigo esse que, coincidentemente, é um político muito influente e que emprega os familiares desses líderes religiosos em seu governo. E é tão fácil identificar esses pastores corruptos. Basta perceber como eles se reportam a uma campanha contra seus patrocinadores – uns que usam colarinho branco e que em roupas debaixo escondem dolares e euros. Quase sempre tentando conter o clamor dos justos, para que não venha a acordar os que dormem na desinformação. Tem deles que vão até mais longe, levando para seus púlpito um governante que ergue em cada esquina um bezerro de ouro. Dizem eles ao povo: “Irmãos, temos a honra de receber aqui em nossa igreja o senhor ‘perfeito’. E todos digam: seja bem-vindo em nome de jesu$ e volte sempre… Amém?”.


Outra circunstância boa na qual podemos identificar o pastor corrupto é quando, ao ser indagado sobre a polêmica que envolve seus patrocinadores, ele se foge rapidamente, tudo isso para não cair em contradição e por tudo a perder.


Para finalizar, advirto a todos os irmãos de Maracanaú que a omissão de vocês quanto a esse assunto pode ser uma permissão implícita dada a Satanás para que possa fazer dessa cidade uma Babilônia deNabucodonosor. Quando isso acontecer, não digam vocês: “Senhor, o inimigo se levantou contra nós. Que faremos?” Porquanto, tal inimigo foi eleito por vocês e não por Deus.


Lutemos nós hoje contra esse rei que atenta contra os fiéis do Santo Cristo, para que amanhã possamos ouvir: “Caiu! Caiu a grande Babilônia…” (Ap. 18:2)


Por Jota Menezes, Redação.



segunda-feira, 4 de outubro de 2010


Mercenários da Palavra, gângsteres de púlpito.

Não resta muito a dizer, apenas leia e reflita. Você também sentiu o mesmo que eu? Este texto me inflamou. Fez-me lembrar desta pregação-desabafo desaforada do pr. Donny Swaggart:

J.L. Grady


Deus está sacudindo a igreja removendo os corruptos, mas somos culpados de trazer os charlatães para nossos púlpitos!Al Capone controlava a cidade de Chicago. O prefeito da cidade comia na mão dele e Capone trazia a polícia sob cabresto, enquanto dominava um império de cassinos, prostituição e contrabando de toda espécie.


Durante anos fez uso das armas e vivia acima da lei, a ponto de ganhar o apelido de “intocável”, porque ninguém conseguia levá-lo às barras dos tribunais.Mas, finalmente preso em 1932 justificou seus crimes, dizendo: “Tudo que fiz foi satisfazer a vontade do povo”. Ele não se preocupava com as consequências de seus crimes porque conhecia os prefeitos, a polícia, os líderes comunitários e os cafetões que o protegiam.


“Não existe como saber quantas pessoas rejeitaram o evangelho porque viram a igreja apoiando esses pregadores que gritam, mentem, enganam, corrompem, roubam e são aplaudidos pela congregação quando pedem dinheiro”.


Detesto ter de comparar qualquer ministro a um gangster, mas a triste verdade é que existem muitos obreiros inescrupulosos que seguem os passos de Al Capone. São enganadores e mestres na arte da manipulação. Encontraram seu espaço nos subterrâneos do movimento carismático e usam sua capacidade hipnótica para controlar um bom número de emissoras de TV.


E, como Al Capone seus dias estão contados. A justiça os alcançará!Esses falsos profetas, possivelmente começaram seus ministérios com um chamamento genuíno de Deus, mas a fama e o sucesso os desviaram e os destruíram. Abandonaram a fé levados pela fama e pelo dinheiro, e quando se deram conta tiveram que criar mecanismos para manter seus ministérios em funcionamento. Agora, Deus os está apertando.


Mas, antes que nos regozijemos crendo que esses impostores estão sendo removidos de nossos púlpitos, apertemos o botão de pausa e pensemos um pouco. O que aconteceu para que tais pregadores adquirissem tal fama? Eles jamais seriam famosos sem nossa ajuda. Nós somos os culpados. Quando eles dizem: “Deus lhes está prometendo riquezas infindas, desde que hoje você oferte mil reais”, corremos para o telefone e doamos o dinheiro ou parcelamos em nosso cartão de crédito. Deus nos perdoe!


Não soubemos discernir esses lobos. Quando afirmam: “Preciso de sua oferta sacrificial para que eu conserte meu avião particular”, não indagamos por que o servo de Deus não pode viajar numa linha comercial, na classe turística para visitar um país do terceiro mundo. (Eles vêm ao Brasil em jatinhos; e os televangelistas percorrem nossa nação em seus jatos particulares enquanto nós os sustentamos — NT).


Somos os bobos da corte. Ao ficarmos sabendo que viviam na imoralidade, tratando mal suas esposas ou enchendo as cidades com filhos ilegítimos, nunca exigimos que seus líderes se posicionassem e os disciplinassem com seriedade. Perdoa-nos, Deus!Quando nos pedem dois milhões de reais porque o orçamento deles está apertado, não nos perguntamos por que precisam ficar em hotéis em que uma diária custa dez mil reais!


De fato, se questionássemos, algum cristão responderia rapidamente: “Não critique. A Bíblia diz que não podemos tocar nos ungidos de Deus!”. Que Deus nos perdoe!Tratamos esses charlatães como tratavam Al Capone — como se esses pregadores fossem intocáveis — e, como resultado a corrupção desses homens minou as igrejas carismáticas como uma praga. Nossas igrejas foram consumidas pelo capitalismo, pelo orgulho, engano e pecados sexuais, tudo porque temos medo de chamar esses pregadores de Bozo, porque isso é que são. Inseguros, egoístas e desequilibrados emocionais.


Se tivéssemos nos apoiado com discernimento na Bíblia teríamos nos livrado dessa confusão. Não existe como saber quantas pessoas rejeitaram o evangelho porque viram a igreja apoiando esses falastrões, mentirosos, enganadores, que se divertem em nossos púlpitos, enquanto nós os aplaudimos e lhes demos muito dinheiro. Quando os bem-intencionados crentes citam o texto de 1 Crônicas 16.22: “Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas” para encobrir os corruptos e charlatões, cometem grave engano contra as Escrituras.


Nada indica nesta passagem que devemos silenciar quando um líder está abusando do poder para enganar as pessoas.Bem ao contrário, somos convocados a que confrontemos o pecado numa atitude de amor e de honestidade, e, certamente não demonstramos amor para com a igreja quando permitimos que os Al Capone carismáticos corrompam nossa geração!


Traduzido de: Charisma

Traduzido por João A. de Souza filhoFonte: Pastor João

Divulgação: www.juliosevero.com e blog Desafiando Limites.

domingo, 3 de outubro de 2010



Ter fé em Deus vai muito além de simplesmente crer

Ao observar um copo d’água sobre sua mesa, fisicamente estática, quimicamente contendo H2O, em toda a plenitude de sua existência como matéria, você aperta os olhos um pouco mais a fitá-lo; seria este copo real? Não seria ele, o copo, uma subversão da realidade promovida por um super-computador que aprisiona seres humanos em sua própria consciência para usá-los como fonte de energia? Neste momento você para de pensar, pega o copo e toma a água que estava lá contida. Sim, agora você tem certeza que o copo é real.

Não seria loucura você, ao olhar um objeto sobre sua mesa, pensar “eu creio que este objeto existe“, e, só depois de tocá-lo poder afirmar com certeza que aquele objeto realmente existe? Assim é com Deus. É um absurdo o que os evangélicos fazem atualmente tentando uma forma de provar a existência de Deus através de “prodígios” e “sobrenaturalismo”. A cada dia mais e mais “evangélicos” surgem com uma crença tênue em Deus. Crer? Ter fé em Deus vai muito além de simplesmente crer; é ter certeza. Sim, certeza antes de poder tocá-lO ou de qualquer prova de Sua existência. Pois se não tivermos uma certeza concreta na existência de um Ser Consciente e Criador, de que adianta sermos evangélicos? Crer em Deus não basta, é muito pouco, diante de Sua magnitude; é necessário termos certeza nEle.

Como ter certeza de algo que não podemos provar?
Existem inúmeros argumentos visando comprovar a existência de Deus; todos eles extremamente refutáveis sob o olhar científico. Queres ver um exemplo? Existe uma teoria que diz ser impossível existir a harmonia de vida na Terra se não houvesse alguém, um maestro, a orquestrar a filarmônica complexa e variada da natureza. Um argumento lindo! Porém, se existe um maestro a orquestrar o mundo, qual o motivo da existência da fome? O que isso traz de harmonia? Por que tantas crianças nascem com problemas físicos? Seria um maestro não muito primoroso a orquestrar uma filarmônica sem talento? Pois, é realmente um argumento com muitas falhas.
A verdade – e essa é uma dura verdade – é que não dá para provar a existência de Deus. Você vai enlouquecer, morrer tentando e não chegará a sucesso algum. E é aí que a fé entra. Esse é o papel fundamental da fé na vida de um cristão; não simplesmente crer, mas VIVER algo que não pode ser provado ou documentado. Eu estou falando na certeza – diária e coerente – da existência de um Ser Soberano, que reina coscientemente e que conhece a cada palmo desse mundo. Eu vivo isso diariamente; parei de “crer” em Deus faz muito tempo. Ele é a minha verdade, algo tão real quanto o copo d’água sobre a mesa, que faz parte do meu dia-a-dia incondicionalmente.
Neste momento, alguém mais cético pode estar pensando: “mas isso não seria inventar uma realidade própria?” Não. Se você pensar friamente, existe algo além da razão, uma verdade que não pode ser atingida, inexplicável. Todos procuram essa verdade, cristãos ou não. E essa lacuna, esse “deus desconhecido” (At 17:23) nós encontramos na certeza de Sua existência. Isso não é criar uma mentira, mas viver uma verdade que vai além da razão. Isso é a fé bíblica.
Portanto, pare de “acreditar” em Deus. Chega de superstições evangélicas, pare de pensar no que você pode ganhar se acreditar nEle. Isso não é fé e “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11:6). Fé é certeza, plena convicção em algo que não podemos ver.
Comece a viver um relacionamento com Deus. Não pelo o que Ele pode te proporcionar, mas pelo o que Ele é; uma verdade que, apesar de não ter base racional, pode ser vivida e experimentada. A partir daí e, só a partir daí, poderemos ir para o próximo capítulo!


Toda vez que leio uma notícia sobre assédio ou estupro, sinto um terrível sentimento de repulsa.
Principalmente quando ocorre dentro da igreja, através das mãos sujas de homens que se dizem “ungidos do senhor”. E isso tem se tornado cada vez mais rotineiro, como no caso de semana passada em que o pastor foi acusado de abusar de uma menina de 12 anos. Senti nojo e vergonha ao ler essa notícia.Mas, se sentimos essa sensação de nojo, de imundície, ao ver mulheres e crianças assediadas por homens sem o mínimo escrúpulo, porque não sentimos essa mesma sensação ao vermos a noiva de Cristo ser insessantemente estuprada por inúmeros pastores, bispos e apóstolos?
Sim, estuprada! Porque o que fazem com a igreja nos dias de hoje é um estupro; tiram a pureza, corrompem o que era intocado, imundam as vestes e, no final, deixam aquela sensação de vergonha, de humilhação.
Fazem o que bem intendem com esta noiva e nenhum homem a protege ou a ampara.E o Noivo, que a esperava imaculada, observa esse cenário de profundo desprezo para com sua noiva e percebe que, ao invés de a protegerem, protegem seus estupradores.
Essa é a situação da igreja evangélica hoje. Inúmeros pregadores e líderes pregando um evangelho mentiroso, vendendo salvação e uma falsa unção, distorcendo o que Cristo nos trouxe em vida, morte e ressurreição e seus seguidores, cegos e tolos, os protegendo e os chamando de “homens de deus”.
Quem se levantará para amparar a noiva de Cristo e ir contra esses estupradores de púlpito que circulam por aí? Quem se levantará para fazer a diferença?
Essa pergunta ainda não possui resposta mas o Noivo, enfurecido, levantará soldados valentes que tragam a noiva de volta aos trajes brancos de outrora, tenho certeza.

sábado, 2 de outubro de 2010

sexta-feira, 1 de outubro de 2010


FALSOS PASTORES OU PASTORES IRREDUTIVELMENTE EQUIVOCADOS?

Infelizmente, passam-se horas, dias, meses, anos e décadas e este recado continua bastante necessário.

A melhor definição que eu tenho para pessoas que se comportam como falsos pastores, ou pastores equivocados, são as figuras de enfermeiras e babás pegas no flagra maltratando o idoso e o bebê, apesar de sua função ser o de prezar pelo máximo cuidado delas, conforme pede, espera e remunera seus patrões. Elas são assalariadas para fazer o bem, porém, são incapazes de fazê-lo naturalmente. Hoje em dia câmeras escondidas cumprem o papel de ótimos vigilantes. As imagens revelam o caráter de quem vive de fachada. Então, é muito comum os programas jornalísticos mostrarem cenas de maus tratos cometidos contra seres indefesos por estes falsos profissionais. O que vemos é sempre revoltante.

O pastor se referindo a ele mesmo: "Eu sou ungido, ai dos que tocarem neste ungido do Senhor!"

Geralmente pastores que soltam pérolas assim são "hitlerzinhos", uns déspostas, e se consideram acima das críticas.

Como lidar com pastores equivocados ou falsos pastores?

De acordo com Jesus, todo pastor é chamado para servir, ser o menor entre todos na igreja. Esta foi a definição feita por Cristo quando os discípulos brigavam entre si tentando fazer prevalecer a ideia geral de qual deles era o maior, o mais importante entre os doze da turma que andava com o Mestre (Mateus 18.1-7).

Diante disso, ao líder evangélico que se comporta de maneira autoritária, como se fosse o maioral dentro da congregação cristã evangélica, só resta dizer-lhe: converta-se!

E, é necessário lançar um alerta para as ovelhas do Senhor que estiverem sendo humilhadas por eles. É preciso dizer-lhes: vocês são ovelhas de Jesus e não de um ser humano; fechem suas carteiras de dinheiro, parem de manter financeiramente o ministério de quem é déspota, vão ofertar e dizimar em outro templo, onde quem agora pisa em vocês não tem nenhum controle e autoridade. Vão em paz, porque vocês são livres e merecem fazer parte de um ministério onde o líder, que se apresenta como pastor, conheça e viva o real sentido da palavra ministro cristão.

O ministro cristão, que usa a distinção de pastor, mas não expressa amor divino aos membros da congregação que administra, representa as pessoas que o apóstolo João classificou de anticristos (1ª João 2.18), pois esperamos vê-los trabalhando para Cristo mas eles fazem o contrário, maltratam o rebanho de Cristo. Isto é revoltante.

A finalidade espiritual da função pastoral é, de todas as maneiras possíveis e necessárias, saber e estar sempre disposto a cuidar muito bem dos cristãos, é sempre estar em prontidão para alimentar as ovelhas do Senhor Jesus.

No Novo Testamento, passagem bíblica no Evangelho escrito por João, 21.15-17, encontramos a lição do significado da função pastoral:

"E, depois de terem jantado, disse Jesus a Simão Pedro:

- Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes?

E ele respondeu: - Sim, Senhor, tu sabes que te amo.


Disse-lhe:

- Apascenta os meus cordeiros.

Tornou a dizer-lhe segunda vez:

- Simão, filho de Jonas, amas-me?

Disse-lhe: - Sim, Senhor, tu sabes que te amo.

Disse-lhe: pascenta as minhas ovelhas.


Disse-lhe terceira vez:

- Simão, filho de Jonas, amas-me?

Simão entristeceu-se por lhe ter dito terceira vez: Amas-me? E disse-lhe:

- Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo.

Jesus disse-lhe:

- Apascenta as minhas ovelhas".


E.A.G.

Artigo relacionado: leia um texto que alude a João 21.25-17. Você me ama?

__________

Texto republicado com atualização. A primeira postagem se encontra no dia 27 de janeiro de 2010. O artigo pode ser copiado, desde que citado o nome do autor e o HTML (link) do blog Belverede.



NOSSOS FALSOS PASTORES DE CADA DIA


A habilidade dos falsos mestres em manipular a Palavra de Deus, muitas vezes impede que os crentes possam combater o erro que está sendo pregado, mesmo que este erro seja totalmente explícito. Os falsos pastores utilizam-se do conhecimento intelectual para reprimir qualquer possibilidade de afronta aos seus ensinos ou doutrinas.

sso atrelado ao fator "simpatia" tem escravizado inumeras pessoas em falsas igrejas que permanecem ali sem qualquer reação, como se estivessem hipnotizados, debaixo de encantamentos ocultos e místicos.

Por outro lado existe um certo temor daqueles que poderiam se opor e libertar alguns. O temor da antipatia do povo.

artindo do pressuposto de que nossa sociedade eclesiástica evangélica assemelha-se a uma colcha de retalhos, composta de pensamentos doutrinários e teológicos os mais diversos possíveis, qualquer manifestação contrária a uma FALSA doutrina, vai gerar a reação de algum grupo que, como xiitas, partirão para um confronto nada cristão (mas claro que é em nome de Jesus).

Por isso aqueles que poderiam reagir omitem-se ou afastam-se, e nunca confrontam os falsos mestres.

Acredito que o processo de aniquilar e crescente avanço dos falsos pastores com suas doutrinas diabólicas está no fato de numa tática de guerrilha ir doutrinando alguns, até que se forme um grupo de homens e mulheres (adultos, jovens e adolescentes) que sejam capazes de levantarem-se dispostos a praticar e obedecer esta ordenança de Deus, que foi escrita pelo apóstolo Paulo, enquanto inspirado pelo Espirito Santo.

domingo, 26 de setembro de 2010



Covil de Ladroes
Põe-te à porta da casa do SENHOR, e proclama ali esta palavra, e dize: Ouvi a palavra do SENHOR, todos de Judá, os que entrais por estas portas, para adorardes ao SENHOR.Assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Melhorai os vossos caminhos e as vossas obras, e vos farei habitar neste lugar. Não vos fieis em palavras falsas, dizendo: Templo do SENHOR, templo do SENHOR, templo do SENHOR é este... Porventura furtareis, e matareis, e adulterareis, e jurareis falsamente, e queimareis incenso a Baal, e andareis após outros deuses que não conhecestes,E então vireis, e vos poreis diante de mim nesta casa, que se chama pelo meu nome, e direis: Fomos libertados para fazermos todas estas abominações?É pois esta casa, que se chama pelo meu nome, um covil de ladroes aos vossos olhos? Eis que eu, eu mesmo, vi isto, diz o SENHOR.Mas ide agora ao meu lugar, que estava em Siló, onde, ao princípio, fiz habitar o meu nome, e vede o que lhe fiz, por causa da maldade do meu povo Israel. (Jeremias 7vv)
Uma preocupação bastante normal para os pastores é sobre o que o povo faz "das portas do templo pra fora". Ao final culto, alguns pastores ficam à porta, cumprimentando e abençoando os fiéis na saída. Talvez até se perguntando sobre o que farão após saírem.
O capítulo sete do livro de Jeremias fala de uma ordem de Deus para o profeta se colocar às portas do templo de Jerusalém. Mas, definitivamente, não era para "saudar" ninguém. A preocupação de Deus, ao contrário dos pastores, não era com o que o povo faria "da porta pra fora" e sim o que vinha fazendo "da porta pra dentro". O templo de Jerusalém fora estabelecido como centro de adoração de Israel. Não obstante, o próprio Deus se refere a esse local com o epíteto "covil de ladrões". Naquele momento, aquele lugar sagrado não passava de um esconderijo de marginais. Ora, essa afirmação divina nos faz refletir sobre quão corrompido estava aquele povo, uma vez que, pela lógica, ladrões procuram abrigo o mais distante da polícia, o mais distante da Justiça, pois ladrões sabem-se foras-da-lei e, logo, da Lei fogem.
Mas, o povo de Deus, pecava e, com a maior cara-de-pau abrigava-se tranquilamente nos pátios do Templo do Deus o qual eles haviam acabado de desonrar. E o pior: tal comportamento não se devia a uma busca de perdão. Era apenas uma visita rotineira. Ali, eles cantavam, adoravam, faziam suas oblações e rituais; depositavam suas ofertas e ouviam uma mensagem reconfortante de seus líderes religiosos.
Como podiam sentir-se tão confortáveis?! Como era possível que não houvesse nenhuma consternação, nenhum mal estar com aquela situação? O texto nos dá uma pista: Diz o profeta que a mensagem que o povo ouvia ali era "Este é o templo do Senhor! Este é o Templo do Senhor". Isso pode ser entendido da seguinte forma: "Enquanto você estiver aqui, nenhum mal vai te acontecer".
A confiança em Deus é transferida para os "símbolos" que levam o nome de Deus, sejam templos, sejam ritos, sejam objetos. O que as pessoas esquecem é que os símbolos são de Deus tanto quanto as pessoas que os carregam: Se as pessoas que frequentam o Templo deixam de ser de Deus, o templo TAMBÉM DEIXA DE SER. Tanto é assim que Deus chama a atenção do povo para o que acontecera a Betel, um lugar outrora sagrado, mas também corrompido em seu propósito original. Deus não teve misericórdia de Betel e permitiu sua destruição.
O mesmo aconteceria com o templo. Pois Deus não é Deus de coisas é Deus de gente. Por isso o profeta Jeremias é convocado por Deus para ficar na porta do templo, esperando o povo chegar para o culto, para dar-lhes o recado: "Cuidado com o que vocês vão fazer aí dentro". Deus se incomoda com nosso pecado e se entristece, mas ao nos &39;flagrar&39; Ele não clama a si mesmo dizendo: "Ó meu Eu do Céu! Olha só o que meu filho está fazendo". Nosso pecado não &39;asssuta&39; a Deus, em compensação nossa falta de arrependimento o deixa furioso. Deus manda Jeremias proclamar a mensagem "do lado de fora" do templo (2) porque, dentro do templo, a mensagem que era pregada era falsa (8).
"A verdade está lá fora", tema do famoso seriado "Arquivo X", é bem aplicável aqui! Note-se ainda que o Senhor não barganha a obediência á sua Palavra. A promessa de Deus ao obediente é: "vos farei habitar neste lugar". Não era uma promessa de habitação nova, nem uma ampliação de possessões, era a "manutenção" da conquista. Deus não diz: "obedeça para ganhar mais", Ele diz: "obedeça para não perder o que já conquistou". Um profeta pregando do lado de fora, nos faz entender que o arrependimento á algo que tem que se dar "às portas".
Entrar na casa de Deus, entrar em sua presença em conivência com o pecado nos torna cada vez mais insensíveis e vis. Como ladrões, buscamos na religiosidade uma fuga, um covil. Terrível é quando o construímos bem na casa do Juiz.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Púlpito sem Corrupção


O púlpito é um dos meios de comunicação mais efetivos que há. Milhões de pessoas toda semana se reunem em templos cristãos para ouvir uma mensagem do padre ou do pastor. Por séculos isso tem sido a rotina destes fiéis que dizem ser seguidores de Jesus Criscor. Por isso, o Criscor está lançando o projeto Púlpito sem Corrupção (site muito bom).


O Projeto consiste em formas de encorajar aos pregadores da Palavra a desenvolverem material de estudo e pregações sobre os perigos da Corrupção na vida da pessoa e da sociedade. Para alcançar esse alvo, o Criscor está lançando o seguinte desafio: Que todo líder de igreja separe um mês no ano para trabalhar a questão da integridade com um enfoque contextualizado na corrupção. Eles gostaríam que você os avisasse registrando sua igreja no site deles e você terá acesso ao campo Púlpito Sem Corrupção. ós teremos o prazer de divulgar o trabalho que a sua igreja estará fazendo.


Convidamos a todos os membros de igrejas a sugerirem aos seus pastores para montarem um programa assim.


Temos alguns recursos disponíveis para você começar a trabalhar. Neste site você encontrará alguns sermões sobre esse assunto e você poderá baixar e utilizar sem o menor problema. Gostaríamos de saber qualquer iniciativa que estiver acontecendo na sua igreja ou comunidade.


Você poderá também participar do nosso Fórum de discussão para obter material de outros usuários. Não temos nenhum interesse em guardar o nosso trabalho, ao contrário, estamos querendo disseminar os melhores trabalhos para outros colegas de púlpito.


Um outro aspecto do Púlpito sem Corrupção está na própria vida do líder espiritual. Queremos conclamar a todos os pastores e padres, reverendos, vicários, enfim, todos os líderes a renunciarem a corrupção e não considerá-la uma opção de vida e de sucesso ministerial. Se a corrupção é um crime, com certeza será um pecado e todo pecado será trazido à luz, seja neste ou no mundo vindouro. Dinheiro repassado através de compra de votos, alianças com o governo, recepção de mercadoria sem nota fiscal, entre outras tantas práticas precisam deixar de ser práticas de homens e mulheres que sobem ao púlpito para pregar a Palavra de Deus.


É assustador o número de padres e pastores envolvidos em casos de corrupção. Isso precisa mudar. Tome a decisão de ter um ministério verdadeiramente abençoado por Deus e não venda o seu púlpito a satanás em troca de uma visibilidade de prosperidade. Com certeza, Deus está vendo tudo o que fazemos. Cremos que ninguém precisa ser exposto, mas exortamos a cada um avaliar seu comportamento e, se houver alguma coisa que não seja de acordo com a Palavra de Deus, que o Espírito Santo possa criar a atmosfera própria para confissão e pedido de perdão. Com certeza, Deus restaurará a todos os que se apresentam com o coração contrito.


Se quiser, faça a seguinte oração ou uma parecida:


Senhor,
Eu reconheço que tenho sido ganancioso. Minha ambição e ganância me levou a cometer atos dos quais me envergonho. O que é pior, creio que em algum momento do meu ministério eu realmente achava que essa era a Sua vontade para mim, mas eu estava enganado e cego. Me perdoe! Eu te suplico a tua misericórdia e te peço que restaure o meu coração para que eu possa, se for da tua vontade, ser usado por ti para admoestar outros colegas que possam estar na mesma situação que eu estive. Pai, mude a minha visão do mundo para ter mudada a minha atitude no mundo para que eu possa ser um instrumento de transformação do mundo.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo,

Amém

Que Deus abençoe o teu ministério.


quarta-feira, 21 de julho de 2010

IGREJA, CASA DE ORAÇÃO OU COVIL DE LADRÕES?


Estamos vivendo um tempo de crescente apostasia. Temos visto ultimamente, de maneira quase sistemática, a imprensa divulgar escândalos no meio evangélico.

Tais escândalos sempre trazem no seu bojo a falta de ética e o despojamento moral de seus “líderes”. Muitos falsos pastores, doutrinadores e pseudo-avivalistas têm procurado enganar o povo evangélico, através do discurso baseado no misticismo vil.

A Palavra de Deus tem sido contaminada e pervertida pelo apelo místico, que introduz no meio da Igreja, heresias ocultas em meias-verdades, ocasionando um cristianismo de aparência que não traz a real percepção de Deus.

Muita gente sincera está sendo enganada pelo fingimento de falsos líderes, ocasionando uma verdadeira epidemia de confusão nas igrejas. Muitos estão desviados, afastados, entristecidos e feridos dentro e fora do ambiente eclesial por causa dos abusos e da exploração.

Está ficando cada vez mais difícil encontrar uma igreja onde todos possam amadurecer e crescer em Cristo. A Bíblia diz claramente que haverá uma grande apostasia nos últimos dias. Não haverá um grande reavivamento, como alguns lobos estão anunciando, mas, ao contrário, apostasia, a rejeição e o afastamento da sã doutrina bíblica.

"Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição." (2 Tl :3).

Esses falsários, utilizam um estilo clássico de palavras com traduções originais errôneas e frases de memorização e impacto, para conceituar uma fé cujo modo de aplicação leve as pessoas a necessitarem de amuletos.

Endeusam homens, rebaixam a Deus, enaltecem satanás como ator fundamental e diminuem o senhorio de Cristo. Essas “empresas de fé” invadem todos os contextos culturais, usando de chantagem e extorsão, querendo fazer sócios e mediar acordos entre o Jesus deles, o diabo em fuga e os pobres ouvintes incautos.

Oram, usam a Bíblia, têm templos parecidos com templos cristãos, mas seus conceitos de fé não são baseados na doutrina de Cristo; sua demonstração de fé é pagã e obscura, com a utilização descarada de jargões e frases feitas, tendo por objetivo apenas o retorno financeiro.

A conseqüência disso, é que as vidas são enganadas, e sua teologia distorcida anti-bíblica bloqueia o discernimento da pessoa em relação a Deus. Pregam um um “outro evangelho” travestido de saúde, sucesso e vida abundante.

O resultado é desastroso, pois para aqueles que são enganados e roubados, encontrarem de volta o caminho, à verdadeira fé bíblica, será quase impossível, pois foram deixados solitários sem saber em quem confiar.

Esses falsos pastores deturpam o sentido claro das escrituras, usando fórmulas artificiais ilegítimas, afastando as almas para longe do Senhor. Profetizam mentiras, enganos do coração, furtando as palavras de Deus, pois não foram enviados, nem ordenados.

"Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto, diz o SENHOR. Portanto, assim diz o SENHOR Deus de Israel, contra os pastores que apascentam o meu povo: Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e não as visitastes; eis que visitarei sobre vós a maldade das vossas ações, diz o SENHOR". (Jr 23:1-2).

Essa doutrina perversa da prosperidade financeira, desloca Deus para a posição de um mero mensageiro; a adoração é substituída pela mera petição e a oração é substituída por fórmulas mágicas de ter o que o EGO deseja.

Cuidado com essas doutrinas místicas, oriundas de grupos neo-pagãos, feiticeiros e oportunistas ladrões. Se você estiver nessa enrolada, vai fracassar e se cansar de esperar, cheio de expectativa pela saúde e riqueza que não chegará.

Depois, vai se desesperar, se afastar da fé, ficar irado com Deus ou então, se decepcionar por não ter sido “escolhido” e pode ser que até acabe acreditando em novas mentiras dos púlpitos, mas quando acabar os seus recursos, você será trocado por outros que virão encher as malas e sacolas de dinheiro desses lobos travestidos de pastores.

A fé não é crer no que se vale como visão para se fazer existir o que se deseja; fé é o firme fundamento das coisas que não se vêem. (Hb 11.1).

São líderes que buscam agradar aos homens em vez de buscar o louvor de Deus, acham aceitável abrir as portas para todo o tipo de lixo, desde que esse “lixo” tenha apelo popular.

Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue.

Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão o rebanho; e que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si. (At 20:28-30).

Esses versos são uma advertência aos cristãos que pastores perversos aparecerão e ferirão o povo de Deus. "Os seus sacerdotes violentam a minha lei, e profanam as minhas coisas santas; não fazem diferença entre o santo e o profano, nem discernem o impuro do puro; e de meus sábados escondem os seus olhos, e assim sou profanado no meio deles". (Ez 22:26).

Igrejas aparecem e desaparecem, mas o Senhor Jesus nunca muda, e é totalmente confiável. Se uma igreja ou um pastor é liberal e está caminhando longe de Deus, não dê ouvidos aos seus conselhos. Infelizmente, muitas pessoas que fazem parte do povo de Deus não se preocupam e continuam com um falso pastor.

"Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis". (2 Co 11:4).

Esse é o quadro vivido pela Igreja hoje hoje! De um lado, pastores liberais, pregam sobre santidade e de outro, caminham com os pés nas ofertas e no número de pessoas que vêm à igreja.

"Contudo serão ministros no meu santuário, nos ofícios das portas da casa, e servirão à casa; eles matarão o holocausto, e o sacrifício para o povo, e estarão perante eles, para os servir. Porque lhes ministraram diante dos seus ídolos, e fizeram a casa de Israel cair em iniqüidade; por isso eu levantei a minha mão contra eles, diz o Senhor DEUS, e levarão sobre si a sua iniqüidade. E não se chegarão a mim, para me servirem no sacerdócio, nem para chegarem a alguma de todas as minhas coisas sagradas, às coisas que são santíssimas, mas levarão sobre si a sua vergonha e as suas abominações que cometeram". (Ez 44:11-13)

Autor : Araripe Gurgel - Pastor na Igreja Cristã da Trindade.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Meus queridos, vou estar postando em breve pois estou sem micro para postar.

EM BREVE !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 25 de março de 2010


Muitas passagens na Bíblia nos mostram claramente que o silêncio de Deus foi a melhor resposta às orações. Em outros casos, as respostas dadas mostraram não ser o melhor para quem as pediu.


Jesus – o Filho de Deus


Vamos começar observando a mais terrível e chocante oração não-respondida da história da humanidade: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Mateus 27.46).


Esse questionamento por parte de Jesus tem um profundo significado para toda a humanidade. Em primeiro lugar, porque revela que Deus realmente Se manifestou na carne: "evidentemente, grande é o mistério da piedade: Aquele (Deus) que foi manifestado na carne" (1 Timóteo 3.16).


Além disso, ele também mostra que, de fato e de verdade, Jesus tornou-se 100% humano, estando inclusive sujeito à morte. Lemos em Filipenses 2.7-8: "Antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz".
Jesus, o Filho de Deus, deixou Sua habitação de poder, autoridade e glória e tornou-se um homem de carne e osso. Pela Bíblia sabemos que Ele foi tentado como nós somos tentados. Ele sentia cansaço, fome e sede; sentia alegria, tristeza, insatisfação e compaixão. Mas com uma diferença: Ele não tinha pecado!


O mais inexplicável mistério na história da humanidade é Deus manifestado na carne. Essa declaração tem sido pedra de tropeço para muitos que não estavam realmente em busca da verdade.


Um considerável número de religiões não crê em Jesus como o Filho de Deus. Seguidamente elas usam esta afirmação para justificar suas falácias, dizendo em tom de escárnio: "Se Jesus era Deus, então porque Ele orou ‘Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?’ Por acaso Ele estava orando para si mesmo?"


Uma pessoa honesta que ousasse fazer tal questionamento iria rapidamente encontrar a resposta estudando as Escrituras e aprenderia logo que Jesus de fato é Deus.
Vamos analisar alguns exemplos:
Depois de Jesus ter curado um paralítico no tanque de Betesda, Seus inimigos Lhe fizeram a seguinte acusação: "e, porque ele disse isso, os líderes judeus ficaram ainda com mais vontade de matá-lo. Pois, além de não obedecer à lei do sábado, ele afirmava que Deus era o seu próprio Pai, fazendo-se assim igual a Deus" (João 5.18). Eles afirmavam que Jesus se fazia "igual a Deus".
Aqueles que escarneciam e acusavam Jesus ouviram-nO testemunhando que Ele era Deus, conforme lemos em Mateus 27.43: "...porque (Jesus) disse: Sou Filho de Deus".
Quando Jesus morreu, um centurião, do qual não sabemos o nome, declarou no versículo 54: "...verdadeiramente este era Filho de Deus"


Em João 20.28 lemos: "Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu!".


O que teria acontecido se Deus tivesse respondido ao apelo do Senhor Jesus? O que teria acontecido se o Pai não tivesse abandonado o Filho? O que teria acontecido se Deus tivesse respondido ao desafio dos principais sacerdotes, escribas e anciãos quando disseram: "Confiou em Deus; pois venha livrá-lo agora, se, de fato, lhe quer bem; porque disse: Sou Filho de Deus"(Mateus 27.43)? A resposta é a terrível realidade do que nós merecíamos! Cada um de nós permaneceria morto em suas transgressões e pecados, abandonado por Deus por toda a eternidade! Não teria havido salvação para a humanidade! Efésios 2.12 demonstra claramente nossa posição desesperançada: "naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo".
Se o Pai celestial tivesse respondido à oração de Jesus na cruz, não haveria futuro para nós, mas um perpétuo e imensurável sofrimento além de uma eternidade no inferno!
Entretanto, as Escrituras continuam: "Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo"(v. 13).
Assim sendo, para o nosso próprio bem, a melhor resposta para o clamor do Senhor Jesus foi o silêncio de Deus. Jesus deliberadamente veio à terra com o único propósito de redimir o homem caído. Sua vinda não foi um acidente ou o resultado de alguma circunstância invisível, mas fazia parte do plano eterno de Deus para a nossa salvação.
Se queremos ter um entendimento melhor do sacrifício supremo de Deus, precisamos ver a realidade de Suas intenções. Teremos um entendimento mais profundo para reconhecer Sua posição eterna ao nos ocupar com a Sua palavra. Para Deus nada acontece por acidente, nem existem coincidências. Deus não depende da nossa percepção de tempo porque Ele é eterno. Somente quando tivermos alcançado nosso destino final é que entenderemos o que é a eternidade.


Antes da Fundação do Mundo


Pedro amplia nossa visão sobre a vinda de Cristo: "mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós" (1 Pedro 1.19-20). Mesmo antes do homem ter caído em pecado, Deus, em Sua onisciência, estabeleceu um plano de salvação que foi manifesto com a vinda de Jesus. E até mesmo o evento real que aconteceu aqui na terra foi suplantado pela resolução eterna proclamada em Apocalipse 13.8: "...do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo".
É virtualmente impossível entendermos essa incrível verdade apenas com o nosso intelecto limitado. Como algo pode ter ocorrido mesmo antes de ter se manifestado fisicamente aqui na terra? Não encontramos resposta se fizermos a pergunta nesse nível. Quem pode explicar intelectualmente a passagem: "...assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo..."(Efésios 1.4)? Podemos apenas perceber espiritualmente essa realidade quando a vemos pela perspectiva celestial. Para ilustrar esse fato, consideremos o seguinte exemplo:
Sabemos que o sol nasce no leste e se põe no oeste. Podemos determinar isso cientificamente através do uso de instrumentos que medem os movimentos do sol. Porém esse fato científico se tornaria nulo se viajássemos no espaço, pois lá as regras mudam, a lei do espaço vigoraria e veríamos que a Terra, na realidade, faz seu movimento de rotação em torno do próprio eixo, criando assim a ilusão de que o sol nasce no leste e se põe no oeste.


Jesus no Jardim


Para termos um entendimento melhor da morte voluntária de Jesus e do silêncio de Seu Pai em resposta à Sua oração, devemos primeiro olhar mais de perto aquela fatídica noite no Jardim Getsêmani: "Em seguida, foi Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar; e, levando consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo. Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" (Mateus 26.36-39). Do ponto de vista humano, esse é um dos mais trágicos eventos do Novo Testamento. Lemos uma descrição detalhada do comportamento do Senhor antes de Sua prisão, que resultou em Sua condenação e posterior execução na cruz do Calvário.
Jesus levou consigo Seus discípulos mais próximos, dos quais Pedro era o mais chegado. Lembre-se que pouco tempo antes Pedro jurara solenemente ser um fiel seguidor de Jesus, mesmo que isso lhe custasse a própria vida: "Ainda que me seja necessário morrer contigo, de nenhum modo te negarei..." (v. 35). Pedro fez uma declaração corajosa ao afirmar abertamente que seguiria Jesus mesmo que tivesse de morrer por isso.


Pedro Falhou


O Senhor já havia informado a Pedro que Ele teria de morrer para que as Escrituras se cumprissem. Pedro entendeu isso, porque anteriormente havia identificado o Senhor como sendo "o Cristo, o Filho do Deus vivo" (Mateus 16.16). A confissão de Pedro deu-se num lugar chamado Cesaréia de Filipe, onde Jesus perguntou a Seus discípulos: "Quem diz o povo ser o Filho do Homem?" (Mateus 16.13). É óbvio que Pedro sabia que a palavra profética tinha de ser cumprida. Ele não tentava mais defender Jesus, mas sabia que a morte era inevitável. Veja que ele disse: "Ainda que me seja necessário morrer contigo..." O fato de que Jesus teria de morrer já havia sido entendido, e o que restava agora era uma questão de fidelidade ao Senhor. Pedro permaneceria fiel até o fim?
De acordo com a Palavra de Deus sabemos que ele não o fez. Pedro negou ao Senhor, não apenas uma, nem duas, mas três vezes, como Jesus profetizou que ele faria.


No Getsêmani


Agora vamos focalizar nossa atenção no Senhor que foi até o jardim chamado Getsêmani, afastando-Se dos discípulos e ficando apenas com Pedro e os dois filhos de Zebedeu a Seu lado. Quando Ele ficou sozinho, mais tarde, "adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando..."(Mateus 26.39). Qual foi a Sua oração? "..Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" (v. 39). Jesus não recebeu resposta. O Pai ficou em silêncio. Jesus voltou até onde estavam os Seus discípulos: "...E, voltando para os discípulos, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Então, nem uma hora pudestes vós vigiar comigo? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca"(vv. 40-41). Algo muito natural tinha acabado de acontecer: a carne dos discípulos não estava disposta e nem era capaz de resistir aos ataques de Satanás.
Não sabemos quanto tempo o Senhor orou, mas deve ter sido durante pelo menos uma hora, se nos basearmos na afirmação: "Então, nem uma hora pudestes vós vigiar comigo?" Apesar da promessa determinada de Pedro de morrer com o Senhor, ele já havia se afastado da batalha que acontecia no Getsêmani.


A Oração Contínua de Jesus


"Tornando a retirar-se, orou de novo, dizendo: Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade" (v. 42). Novamente não houve uma resposta do Pai, apenas silêncio. Jesus deu aos discípulos outra chance: "...voltando, achou-os outra vez dormindo; porque os seus olhos estavam pesados" (v. 43). Desta vez o Senhor não os acordou nem deu outra instrução. Ao invés disso, lemos que Ele: "...Deixando-os novamente, foi orar pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras" (v. 44).
A Agonia
Ao lermos o relato no evangelho de Marcos notamos que o evento é descrito de uma forma um pouco diferente. Entretanto, Lucas revela que após Jesus ter orado, "...lhe apareceu um anjo do céu que o confortava" (Lucas 22.43). Não nos é revelado como ele O "confortava", mas no versículo seguinte lemos que Suas orações tornaram-se ainda mais desesperadas: "E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra" (v. 44).
Quando analisamos esse fato de uma perspectiva humana, ele parece-nos ilógico, porque o versículo anterior diz que Jesus acabara de ser consolado por um anjo do céu, continuando a batalhar em oração a tal ponto que "gotas de sangue" caíram sobre a terra. Foi o consolo do anjo uma resposta à Sua oração ou esse consolo era necessário para que Ele continuasse orando? Creio que a segunda opção é a correta, como veremos ao examinarmos mais detalhadamente essa situação.


A Tentação no Getsêmani


Normalmente se interpreta que Jesus, como Filho do Homem, em carne e osso, tinha medo da morte como qualquer outro ser humano. Assim sendo, não seria surpresa que Jesus orasse que "este cálice", representando a morte na cruz, fosse passado d’Ele. Entretanto, tal interpretação não corresponde a versículos como os do Salmo 40.7-8: "Então, eu disse: eis aqui estou, no rolo do livro está escrito a meu respeito; agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu; dentro do meu coração, está a tua lei". Jesus se agradava em fazer a perfeita vontade de Deus, a qual foi estabelecida antes da fundação do mundo.
Para estar certo de que Davi não estava falando de si mesmo nesta passagem, encontramos a confirmação em Hebreus 10.7,9,10: "Então, eu disse: Eis aqui estou (no rolo do livro está escrito a meu respeito), para fazer, ó Deus, a tua vontade... então, acrescentou: Eis aqui estou para fazer, ó Deus, a tua vontade. Remove o primeiro para estabelecer o segundo. Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas". Se olharmos a oração de Jesus no Jardim Getsêmani como um sinal de fraqueza, apesar d’Ele ter sido consolado por um anjo, tal comportamento iria contradizer a passagem profética que acabamos de ler.


Como Cordeiro Para o Matadouro


Consideremos o texto de Isaías 53.3,5 e 7: "Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso... Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados... Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca".
Como um cordeiro, Jesus foi levado para o matadouro; Ele permaneceu em silêncio como uma ovelha.


Morte no Getsêmani?


Essas passagens das Escrituras nos dão razões para crer que algo mais tenha acontecido no Jardim Getsêmani quando Jesus orou para que "este cálice" pudesse ser passado dEle. Essa seria uma oração desnecessária, uma exibição de fraqueza e indecisão, mas tal quadro não corresponde à descrição completa do Messias.
Enquanto aparentemente o Pai ficou em silêncio diante da tríplice oração de Jesus, as Escrituras documentam que Sua oração, na verdade, foi respondida. Hebreus 5.5 fala de Cristo como o sacerdote da ordem de Melquisedeque: "assim, também Cristo a si mesmo não se glorificou para se tornar sumo sacerdote, mas o glorificou aquele que lhe disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei".
O versículo 7 contém a resposta a essa oração: "Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade". O Getsêmani foi o único local onde Jesus pediu que Sua vida fosse poupada; Jesus não morreu no Jardim Getsêmani.
O silêncio aparente de Deus diante da oração de Jesus no Jardim foi, como vimos, uma clara resposta a essa oração. Desse ponto de vista, entendemos que a oração de Jesus não foi para que Sua vida fosse poupada na cruz do Calvário. A oração de Jesus foi ter sua vida poupada para que não morresse ali no Jardim Getsêmani. Ele estava destinado a morrer na cruz do Calvário para tirar os pecados do mundo.
O que aconteceu no Jardim Getsêmani? Pelo que já vimos, é claro que os poderes das trevas e mesmo a morte estavam prontos a tirar a vida de Jesus ali mesmo naquela hora. Em Mateus 26.38 lemos: "Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo". Marcos 14.34 revela: "...E lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte..."
Mesmo que Jesus não tenha morrido fisicamente no Jardim Getsêmani, Ele foi certamente obediente até à morte; Ele experimentou a morte dupla de um pecador condenado! Ele foi "obediente até à morte e morte de cruz" (Filipenses 2.8).
Quando Deus Não Responde
Esta análise da vida de oração de nosso Senhor antes de Sua crucificação deveria nos ensinar que as respostas às nossas orações podem nem sempre ser o mais importante. Podemos passar por derrotas, doenças, tragédias e catástrofes. Mas o que realmente deve ser lembrado é que somos de Cristo.


Creio que é por essa razão que, ao falar de provas e tribulações, o apóstolo Pedro exclamou triunfante: "Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações, para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo" (1 Pedro 1.6-7).Extraído do livro Meu Deus, Obrigado por Não Responderes às Minhas Orações.

Retirado do site : http://www.chamada.com.br/mensagens/minhas_oracoes.html